SINDITIO ORGANIZA SEMINÁRIO SOBRE IMOBILIZAÇÃO ORTOPÉDICA NO RIO DE JANEIRO

SINDITIO organiza seminário sobre imobilização ortopédica no Rio de Janeiro

As vagas são limitadas e sócios terão descontos nas inscrições

O Sindicato dos Técnicos em Imobilização Ortopédicas do Estado do Rio de Janeiro (SINDITIO-RJ) abre inscrições para a primeira edição do seminário de imobilização ortopédica da Zona Oeste. O evento, que acontece no próximo dia 18 de junho, das 10hs às 16hs, no bairro de Campo Grande, no Rio de Janeiro, é aberto a todos que se interessam pelo assunto. As inscrições custam R$ 70 e associados do Sindicato têm desconto de R$ 20. São 150 vagas disponíveis.

Entre os temas abordados pelos palestrantes no seminário estão os riscos e complicações das imobilizações, pacientes pré e pós operatório de ortopedia na enfermagem, gesso sintético e novidades, pacientes politraumatizados e osteoporose.

Segundo Henrique Barbosa, presidente do SINDITIO-RJ, entidade filiada à Central dos Sindicatos Brasileiro (CSB), o seminário é importante para que o associado se mantenha atualizado. “Muitos técnicos têm dúvidas na área, e com esse certificado que será entregue aos participantes, eles poderão colocar no currículo. Isso pode fazer a diferença na hora de conseguir um emprego”, disse o dirigente.

O sindicato periodicamente organiza esses tipos de  evento. O último, um congresso, aconteceu em 2015 e contou com a presença de técnicos de diversos estados.

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Fonte: CSB

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25 de maio: Dia do Trabalhador Rural

Trabalhador rural

CSB homenageia a categoria que é responsável por movimentar um dos principais segmentos da economia do País

Milhões de brasileiros trabalham sob sol e chuva todos os dias para produzir alimentos e ajudar a impulsionar o setor agropecuário, um dos carros-chefes da economia brasileira. Esse importante contingente de profissionais comemora nesta quarta-feira, dia 25 de maio, o Dia do Trabalhador Rural. A profissão é regulamentada desde 1973 por meio da Lei Federal nº 5.889.

Mesmo sendo responsável por colocar em movimento um dos setores mais pujantes da economia nacional, os trabalhadores rurais ainda enfrentam grandes dificuldades. A falta de formalização e o fechamento de postos de trabalho causado pela mecanização das lavouras estão entre os principais desafios da atualidade, de acordo com Paulo Oyamada, 1º Secretário dos Trabalhadores Rurais da CSB e presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Tupã (SP).

“Em termos de conquistas, temos pouco a comemorar”, lamenta Oyamada. “A mecanização trouxe muito desemprego para a área rural. A gente tentou por todos os meios reverter esse quadro, buscamos remanejar o trabalhador através de cursos, treinamentos, mas mesmo assim muitos ficaram desempregados”, explica.

O estudo “O mercado de trabalho assalariado rural brasileiro”, produzido em 2014 pelo Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), fez um panorama da realidade do trabalhador do campo.

Segundo a pesquisa, o número de ocupados no meio rural brasileiro passou de 17,9 milhões de pessoas em 1995 para uma estimativa de 14 milhões no ano passado – a projeção é que chegue a 8,2 milhões de trabalhadores em 2050. A mecanização é apontada pelo estudo como uma das principais causas para essa forte retração.

O número elevado de funcionários sem formalização também dificulta a vida dos trabalhadores rurais, de acordo com Oyamada. “Sem formalização, fica difícil até para a gente conseguir reciclar os profissionais. Sem falar em outros benefícios que os registrados têm direito, como cesta básica, prêmios de participação”, diz.

Luta por avanços

Para o Secretário dos Trabalhadores Rurais da CSB, Antonio Cerqueira de Souza, o Toti, a luta dos sindicatos tem resultado em importantes avanços nos últimos anos. Entre os trabalhadores rurais que são assalariados, que possuem vínculo empregatício, há hoje uma parcela que recebe benefícios como cesta básica, plano de saúde e adicional de transporte. “Ainda não são todas as empresas que pagam isso, depende muito do sindicato. Por isso, é importante continuar com essa luta”, afirma.

Já do lado dos trabalhadores que atuam na agricultura familiar, a situação ainda é bastante diferente na avaliação de Toti, que também é presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Quatá (SP). “Na economia familiar não temos alcançado muitos benefícios. É um segmento que depende muito dos planos governamentais, e o governo não tem dado muita prioridade”, lamenta o dirigente.

Dificuldade na aposentadoria

Toti ressalta ainda que outro problema enfrentado pela categoria envolve a aposentadoria, principalmente em relação à idade mínima necessária para o recebimento do benefício. De acordo com o dirigente, quando o trabalhador rural se vê obrigado a buscar emprego na área urbana, ele acaba perdendo o benefício especial de aposentadoria aos 60 anos de idade e precisa esperar mais cinco anos.

“Se o trabalhador rural atuar por 30 anos na roça, ficar desempregado e depois achar outro serviço na área urbana, ele é desenquadrado do benefício da aposentadoria rural e a legislação passa de 60 anos para 65 anos de idade para aposentadoria”, explica. “Nós temos brigado para mudar isso, para que permanecesse o vínculo pelo menos para aqueles que trabalharam mais de 15 ou 20 anos na área rural”, completa.

Fonte: CSB

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25 DE MAIO: DIA DA COSTUREIRA

25 de maio: Dia da Costureira

Mais de um milhão de trabalhadores comemoram uma das principais atividades-motor da indústria brasileira

Protagonistas de uma das profissões mais antigas da história da humanidade, cerca de 1,5 milhão de trabalhadoras celebram, nesta quarta-feira (25), o Dia da Costureira. Responsável, atualmente, por promover a autonomia financeira de milhares de mulheres no País, os primeiros registros do exercício da atividade surgiram há mais de trinta mil anos. Hoje, de acordo com a Associação Brasileira do Vestuário (Abravest), o setor chega a movimentar 45,4 bilhões de dólares a cada doze meses – o que torna a área uma das principais alavancas da indústria nacional.

Presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Confecção de Roupas em Geral de Barueri e Região (S.T.I. Vestuário de Barueri e Região), Marilene Guedes avalia que o resultado é fruto da alta do dólar nos últimos meses.

“O dólar subindo foi bom para a gente porque as importações diminuíram. Vinha muito produto pronto da China só para trocar a etiqueta. E, com o dólar alto, deu uma melhorada na nossa situação”, conta a dirigente. Para Guedes, a categoria é uma das mais importantes para o desenvolvimento da indústria brasileira, mas os índices de importações são uma ameaça à produção do mercado interno.

Conforme o último relatório de importações da Fundação Getúlio Vargas (FGV), publicado em 2013, das 9 bilhões de peças de vestuário consumidas no Brasil, 15% são de origem estrangeira, o que equivale a aproximadamente 1,5 bilhão de roupas.

“Se nós não produzimos, chegam mercadorias de fora e isso é ruim para a economia. Os materiais têm de ser fabricados no Brasil; temos que priorizar os tecidos brasileiros, a confecção brasileira. Acho que só assim conseguiremos aquecer a economia e não deixar que o produto externo achate nossa indústria”, ressalta a presidente do Sindicato.

Para a secretária-geral do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Confecção e de Vestuário de Guarulhos (Sindvestuario), Marcia Regina Alves, em meio à crise econômica do País, as importações também são uma das causas da perda de postos de trabalho. Segundo a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), 100 mil postos foram fechados em 2015. “Aqui no Brasil, quando você fabrica a roupa, ela tem um custo maior do que a peça importada porque possui mais qualidade. Porém há empresas que dizem estarem encerrando as atividades por conta desta concorrência no preço”, relata.

Representante de cerca de 4 mil trabalhadores, Marilene Guedes afirma que o S.T.I. Vestuário de Barueri e Região tem registrado, de segunda a sexta-feira, oito homologações por dia. Mas, apesar do cenário, a dirigente e a secretária-geral do Sindvestuario apostam no fôlego recuperado na balança comercial para reerguer o setor e melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores. Como exemplo de conquista, ambas destacam a inclusão da cesta-básica nas Convenções Coletivas de Trabalho – também mencionada pela presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Calçados e Vestuários de Jundiaí e Região, Leoni Matias.

“Uma das maiores conquistas que nós tivemos foi a cesta-básica para a categoria. Desde 2010, todas as costureiras de Guarulhos e de mais onze municípios recebem o benefício”, destaca Marcia Regina Alves. Além de Guarulhos, o Sindvestuario representa as costureiras das cidades de Arujá, Caieiras, Cajamar, Ferraz de Vasconcelos, Francisco Morato, Franco da Rocha, Igaratá, Itaquaquecetuba, Mairiporã, Nazaré Paulista e Santa Isabel.

A presidente do S.T.I. Vestuário ainda relembra que o direito foi conquistado após cinco anos de luta e que o auxílio-creche da categoria que mais empodera a mulher no Brasil “é um dos melhores do setor”. “Essas mulheres que trabalham na área da costura muitas vezes têm o papel de pai e mãe da família. Então, nada mais digno do que ajudá-las a cumprir suas responsabilidades como profissionais, cidadãs e provedoras do lar”, ressalta.

Valorizar a participação das mulheres no mercado de confecções também é prioridade para Leoni Matias. De acordo com a dirigente, “90% dos funcionários da área em Jundiaí são mulheres”. “Elas dão tudo de si ao trabalho, à costura, contribuem para o crescimento do setor e, por isso, merecem nosso total reconhecimento”, afirma Matias.

A secretária-geral do Sindvestuario completa ao enfatizar que “não existe máquina que substitua a atividade da costureira e nunca irá existir”. “É preciso dar valor à profissional por trás de cada peça de roupa produzida”, observa Marcia Alves.

Desafios e Reivindicações

Para fazer justiça à força de trabalho que sustenta uma peça fundamental da soberania do País, o Sindicato de Barueri e Região reivindica para 2016 um reajuste salarial de 12%. “Nós estamos na luta por um salário decente porque o piso da costureira é muito baixo. Atualmente, está em R$ 1.101 para a trabalhadora ficar das 7h às 17h sentada à frente de uma máquina. É cruel”, argumenta Marilene Guedes, presidente da Entidade.

Adicional por tempo de serviço, estabilidade no retorno das férias e melhora da cesta básica são outras pautas levantadas pela categoria este ano segundo a secretária-geral do Sindvestuario. Segundo Marcia Alves, as bandeiras também fazem parte da agenda da Federação de São Paulo, que representa as costureiras no estado. “Eu sei que a crise está em todos os setores. Mas o setor de confecções merece pelo menos a cobertura do índice de inflação (10,67%)”, afirma.

A dirigente também aponta a falta de profissionais jovens na área como mais um desafio da profissão, opinião compartilhada por Marilene Guedes. “Os profissionais que existem, hoje, são trabalhadores mais antigos que irão se aposentar em breve. E devido a isso, a categoria sofre com a preocupação da escassez de mão de obra, porque o jovem não quer ingressar em uma categoria que possui um salário lamentável”, analisa a sindicalista.

A presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Calçados e Vestuários de Jundiaí assegura que a luta pela garantia da ida a consultas médicas, sem prejuízos de descontos na folha de pagamento, continua como parte da agenda da Entidade. Segundo a dirigente, “esta é uma das maiores reivindicações da categoria representada pelo Sindicato na região atualmente”.

Fonte: CSB

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SINDIERJ CONQUISTA REDUÇÃO DA JORNADA PARA 40 HORAS EM CONVENÇÃO COLETIVA

SINDIERJ conquista redução da jornada para 40 horas em Convenção Coletiva

Sindicato conseguiu também reajuste de 10,36% nos salários e no vale-refeição

O Sindicato dos Trabalhadores em Empresas, Cursos e Treinamento de Informática, Lan House, Cyber Café, Manutenção e Reparação de Máquinas de Escritório do Estado do Rio de Janeiro (SINDIERJ) assinou na última semana a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), válida por dois anos, com o Sindicato da Indústria de Informática, de Telecomunicações, de Produção de Software, Componentes no Estado do Rio de Janeiro (SINDITEC). Entre as principais conquistas estão a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais e o reajuste de 10,36% nos salários e no auxílio-refeição.32390739-a1b6-4a57-a0a9-90e84c1db0b2

Segundo o membro da Direção Nacional da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB) e presidente da SINDIERJ, Claudemis Lopes da Cunha, a conquista é muito importante para os trabalhadores. “Foi feita uma redução de carga horária sem reduzir os salários, e isso foi na contra mão do desemprego. Com isso, os trabalhadores poderão dar mais atenção para suas famílias e também investir em cursos de qualificação profissional”, disse o dirigente, que acredita na abertura de novos postos de trabalho.

Ainda segundo Cunha, foram necessários 92 dias de negociações para fechar o acordo. Além do reajuste nos valores dos salários e do auxílio-refeição, outros benefícios foram conquistados. “Tivemos boas vitórias, como auxílio-creche, que era de 20% e conseguimos aumentar para 30%, e a licença-paternidade, que passou para 20 dias”, disse o dirigente da CSB.

De acordo com o presidente do SINDIERJ, o sindicato patronal garantiu que se alguma empresa não cumprir as cláusulas da Convenção, a entidade irá fiscalizar juntamente com o SINDIERJ. Essas alterações beneficiam aproximadamente 13 mil trabalhadores.

O acordo passou a valer desde o último dia 17, data em que foi assinada a Convenção Coletiva Coletiva.

Fonte: CSB

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SERVIDORES DE ITABIRITO PARALISAM AS ATIVIDADES POR UM DIA

Servidores de Itabirito paralisam as atividades por um dia

Categoria reivindica reajuste salarial e aumento do auxílio-alimentação

Com o apoio da Central dos Sindicatos Brasileiros e da Federação Única Democrática de Sindicatos das Prefeituras, Câmaras Municipais, Empresas Públicas e Autarquias de Minas Gerais (FESERP/MG), servidores do município de Itabirito paralisaram as atividades hoje, (24), para reivindicar reajuste salarial e o aumento do auxílio-alimentação.

68ea8373-ab8c-4cf9-ae5d-451b7262ef1bA manifestação reuniu cerca de 700 trabalhadores e começou às 8h da manhã com os servidores percorrendo as ruas do centro da cidade. “A primeira coisa que a gente pede é o diálogo com a prefeitura. O prefeito precisa nos dar alguma explicação do por que não houve resposta à nossa reivindicação de reajuste de 15%. Também estamos lutando pelo aumento do valor do ‘vale cesta’. Queremos que o auxílio-alimentação seja de R$ 400, bem como que este benefício seja estendido a todos os funcionários”, afirmou Roberto José Cesário, presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Itabirito (SINDSEMI)

“Vivemos um tempo sombrio em Itabirito. O prefeito não respeita o trabalhador e nem a autonomia sindical. Queremos e exigimos a valorização dos servidores. A nossa luta é a luta dos 2.700 servidores da cidade”, completou o dirigente.c48e2fca-eeaf-409e-ba5c-0c69d86437f4

Segundo o secretário de Formação Sindical da CSB e presidente da FESERP-MG, Cosme Nogueira, os servidores do município são pessoas de muita coragem e determinação. “Nós, da Federação e da Central, estamos apoiando o movimento grevista de Itabirito. Esse movimento demonstra a insatisfação dos trabalhadores municipais com o massacre que vem acontecendo com a categoria nos últimos anos. Quase 100% dos trabalhadores da educação da cidade estão parados. Os trabalhadores e o sindicato irão vencer esta luta”, avaliou Nogueira.b9338bc8-28f6-4943-9e89-85b35e1f96d7

No dia 25 de maio os trabalhadores devem retornar ao trabalho e irão esperar a resposta da prefeitura sobre as reivindicações pelo período de 15 dias. “Esta manifestação foi apenas uma aviso para que prefeitura saiba que caso não atenda às nossas reivindicações, nós iremos parar a cidade”, disse Cesário.

Fonte: CSB

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MICHEL TEMER RETIRA URGÊNCIA NA VOTAÇÃO DO PLP 257

Michel Temer retira urgência na votação do PLP 257

Com a decisão, publicada no Diário Oficial da União em 24 de maio, Projeto volta para a fila de votação no Congresso

No dia 23 de maio, o presidente em exercício Michel Temer cancelou a urgência de votação do Projeto de Lei Complementar 257/16, que propõe a renegociação das dívidas dos governos estaduais e do Distrito Federal com a União em troca de enormes prejuízos aos servidores públicos. O despacho foi publicado no Diário Oficial da União no dia 24 de maio.

Devido ao regime de urgência, o PLP 257 deveria ser votado ainda esta semana pela Câmara dos Deputados. Com a decisão do presidente, o projeto de lei entra na fila de votação do Congresso.

O PLP 257/2016 impõe restrições aos entes federados e propõe a devastação do serviço público em todos os níveis por meio do congelamento dos salários, aumento das alíquotas previdenciárias dos servidores de 11% para 14%, cancelamento de concursos e privatizações das empresas públicas. A CSB e o movimento sindical mobilizaram milhares de trabalhadores no Brasil inteiro para que o Projeto fosse retirado da pauta de votação da Câmara.

 Confira a íntegra do despacho presidencial:

 No – 284, de 23 de maio de 2016. Solicita ao Congresso Nacional que seja considerada sem efeito, e, portanto, cancelada, a urgência pedida para o Projeto de Lei Complementar no 257, de 2016, enviado ao Congresso Nacional com a Mensagem no 95, de 2016.

Acesse o Diário Oficial da União do dia 24 de maio de 2016.

Fonte: CSB

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DOIS ANOS DE APROVAÇÃO DA LEI

Dois anos de aprovação da lei

O Senado aprovou há dois anos o projeto de lei que libera o porte de arma de fogo para agentes e guardas prisionais e guardas portuários fora do horário de trabalho.

O presidente do Sindpen-DF, Leandro Allan comemorou os dois anos da aprovação. “Esse projeto atendeu às necessidades da categoria, já que as ameaças e atentados contra a vida dos agentes acontecem fora das penitenciárias”, explica.

É uma vitória e um avanço para a categoria. Esse porte veio para ratificar que a profissão de agente penitenciário é extremamente perigosa. A segunda mais perigosa do mundo, segundo a organização internacional do trabalho.

Brasão SINDPEN

Sindpen-DF  –  Sempre na luta pela categoria.

Fonte: Sindpen-DF

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DEPUTADOS QUISERAM LEVAR FÓRUM EM ‘BANHO-MARIA’ MAS GRUPO OS OBRIGOU A FAZER PROPOSTA

Deputados quiseram levar Fórum em ‘banho-maria’ mas grupo os obrigou a fazer proposta

Pressão continua agora a tarde para que os demais parlamentares aceitem que a AL empreste recursos

Parece que o líder do governo na Assembleia Legislativa, deputado Wilson Santos (PSDB), não entendeu a tarefa que foi designada ao grupo de 12 parlamentares na última terça (17.05) pelos representantes do Fórum Sindical. A ideia aprovada é que o grupo elaborasse uma proposta de pagamento da Revisão Geral Anual (RGA) para ser levado ao governador Pedro Taques amanhã (20.05). Antes disso a proposta ia passar pelo crivo do Fórum Sindical na manhã desta quinta-feira (19.05). Contudo, conforme informou o vice-presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Sistema Agrícola, Agrário, Pecuário e Florestal do Estado de Mato Grosso (Sintap), Francisco Aurélio Pereira Borges, num claro descaso para com as categorias que englobam a base do Fórum, Santos, na reunião, apenas reafirmou o que já havia declarado a um jornal da Capital: não há como o governo pagar o RGA. Sem acreditar no que escutaram os líderes sindicais precisaram de três horas de reunião para convencer os demais parlamentares a fazer um proposta redigida pelas mãos de todos e que deve ser levada aos demais deputados na sessão desta quinta para depois ser apresentada a Taques.

Borges informou que a proposta feita na manhã desta quinta – praticamente tirada “à força” dos deputados – é que a comissão dos 12 vai apresentar ao chefe do Executivo que pague 7,5% na folha deste mês e 3,77% na de junho. Para garantir que a proposta seja entregue e haja pressão não será apenas o líder do governo que vai fazer a entrega no Palácio Paiaguás e sim os 12 líderes parlamentares. A expectativa é que, na próxima segunda (23.05), às 9h, a comissão já tenha a resposta governamental para apresentar aos represaentantes do Fórum Sindical na Assembleia Legislativa.

Dentro da proposta a ser apresentada a Taques, por sugestão do presidente do Sindicato dos Servidores da Saúde e Meio Ambiente (Sisma), Oscarlino Alves, foi inserida a ideia de que o Legislativo, que, sabe-se, tem um determinado saldo de sobra em caixa, ‘empreste’ esse recurso ao Executivo para ajudar no pagamento da RGA e depois o Executivo pague ao Legislativo. Dessa forma todos ganham e o estado não para com uma greve geral onde algumas categorias já aprovaram o indicativo para dia 24 de maio.

Fonte: Adriana Nascimento – Assessoria Sintap

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SINDICATO INVESTE EM AULAS DE INFORMÁTICA PARA OS ASSOCIADOS

Sindicato investe em aulas de informática para os associados

Buscando levar conhecimento e incentivar o aprendizado dos associados, o Departamento Social do SISIPSEMG iniciou, neste mês de maio, o curso básico de informática, na Sede do Sindicato.

O curso tem como objetivo contribuir para a inserção dos associados em um ambiente de interatividade e informação tão importante na sociedade atual. Durante as aulas, os alunos são orientados sobre os princípios básicos de informática, e também podem tirar dúvidas e aprofundar o aprendizado, de acordo com os seus conhecimentos anteriores.

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As aulas são ministradas, de segunda a sexta-feira, pelo professor Vinicius Guedes. A primeira turma tem mostrado muito empenho e animação a cada nova tarefa desenvolvida.

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Para participar do curso, basta comparecer à Sede do Sindicato e fazer a sua inscrição. Novas turmas serão formadas de acordo com a demanda dos associados.

Fonte: SISIPSEMG

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CHAPA 1 VENCE ELEIÇÕES DO SINDICATO DOS SERVIDORES PÚBLICOS MUNICIPAIS DE LAVRAS

Chapa 1 vence eleições do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Lavras

Eusiles William Rodrigues foi conduzido à presidência da entidade

A chapa 1 venceu as eleições para a diretoria Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Lavras (SISPMUL), entidade filiada à Federação Única Democrática de Sindicatos das Prefeituras, Câmaras Municipais, Empresas Públicas e Autarquias de Minas Gerais (FESERP/MG). A diretoria reeleita recebeu 136 dos votos para o mandato de quatro anos.

A votação ocorreu no dia 18 de maio. Cerca de 300 servidores compareceram às urnas. A chapa 1 recebeu 51% dos votos válidos. Com a presidência de Eusiles William Rodrigues, o sindicato tem entre as principais propostas construir uma base sólida de defesa dos trabalhadores, a busca pela união entre os servidores, luta pela recomposição salarial e melhores condições de trabalho.

“Ganhamos esta eleição porque fizemos uma campanha transparente, e, por isso, nos comprometemos a fazer uma gestão com propostas reais e participativas. O mandato desta diretoria será marcado por uma nova era. O servidor de Lavras merece muito isso, e o SISPMUL será tudo que o trabalhador espera de uma entidade representativa: um sindicato democrático e de luta”, afirmou o presidente eleito. O dirigentetambém reconheceu que o apoio da CSB e da FESERP-MG foram fundamentais para o ganho das eleições.  “Estavam todos aqui comigo, no dia da eleição, e não tenho mesmo palavras para agradecê-los”, disse Rodrigues.

Segundo o secretário de Formação Sindical da CSB e presidente da FESERP-MG, Cosme Nogueira, esta foi uma vitória muito importante para o movimento sindical.  “Esta eleição representa uma vitória para os servidores e para a defesa dos direitos dos trabalhadores. Essa é uma categoria que, como todas as outras, carece de representatividade. O novo presidente já foi um diretor exemplar do SISPMUL. Temos certeza que os servidores de lavras estarão muito bem representados”, avaliou.

A nova diretoria toma posse no dia 4 de julho. O corpo diretor da entidade será composto pelo presidente, Euisles William Rodrigues da Silva, pela vice-presidente, Elenice Machado, e pelos diretores Keila Cristina dos Santos, Valéria Aparecida Martins, Andrea de Fátima Ribeiro, José Eduardo Medina, Antônio Marcos Moreira, Kelly Cristiana Abreu, Guaraciaba Aparecida, Adriana Mendes de Almeida, Allysson Bisso Alonso, Francisco Jacinto, Maria de Fátima Carvalho, Vonei da Silva e Andreia Souza Gouvea.

Fonte: CSB

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