CSB PROMOVE CURSO DE NEGOCIAÇÃO COLETIVA EM SANTA CATARINA

CSB promove curso de negociação coletiva em Santa Catarina

Evento aconteceu nos dias 28 e 29 de julho

A Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB) promoveu na última quinta (28) e sexta-feira (29),  em Lages, cidade catarinense, mais uma edição do curso de negociação coletiva para dirigentes de sindicatos filiados. As aulas foram ministradas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) e contaram com a participação de 36 sindicalistas, entre servidores públicos, movimentadores de mercadorias e músicos.Com o objetivo de capacitar esses dirigentes nos embates das negociações, o curso trabalhou a qualificação e formatos de estratégias, além de ensinar mecanismos essenciais nas atividades.

Os conhecimentos foram passados aos dirigentes de maneira dinâmica e interativa. “Os cursos do Dieese são sempre com muitos trabalhos em grupo, debates, apresentações e discussões entre todos. É possível participar ativamente, colocando suas experiências em negociações. Em contrapartida, o Dieese dá suas orientações baseadas nessas experiências”, disse o vice-presidente da CSB e presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Movimentação de Mercadorias em geral de Blumenau e Região (SINTRAMMAB), Tomaz Luiz Viera Neto.

O curso fornece maior embasamento ao dirigente na hora de apresentar as propostas com as reivindicações dos trabalhadores. “Esse curso é muito importante para os participantes desenvolverem seus trabalhos nos sindicatos que eles representam. Eles aprenderam a melhor forma de buscar as reivindicações para suas bases”, completou o dirigente.

A ideia do curso no estado nasceu em uma reunião dos sindicatos dos servidores públicos de Santa Catarina, na qual foi observada a necessidade de fazer um curso de formação.

Para Celso Marcelino, que representou o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Trombudo Central, o curso tem proporcionado conhecimentos mais técnicos.

“Esse curso que estamos tendo a oportunidade de participar é de grande importância. Mesmo exercendo a função sindical há vários anos e tendo participado de muitas negociações com o executivo, o curso tem dado uma bagagem técnica e nos ajuda a gerenciar na prática uma negociação coletiva em prol dos servidores municipais”, disse o dirigente, que também dá muita importância aos trabalhos em grupos desenvolvidos pelo Dieese.

“Nessas rodas de discussões, os diversos membros de sindicatos podem tirar dúvidas de assuntos que muitas vezes não têm conhecimentos em seus municípios. Aqui com a turma toda levamos vários aprendizados para serem aplicados com a nossa base”, completou Marcelino.

Paulo Alberto Spiecker, representante do Sindicato dos Trabalhadores na Movimentação de Mercadores em geral de São José, acredita que o curso desenvolve uma melhoria na hora de brigar pelos trabalhadores.

“Alguns sindicatos estão fechando convenções coletivas que não são muito a favor do trabalhador, até mesmo por causa da crise econômica. Temos que ir pra cima das empresas e tentar fechar acordos com benefícios maiores para os trabalhadores”, disse Spiecker, que multiplicará o conhecimento para sua base.

Ao realizar esse tipo de evento, a CSB permanece com o objetivo de fortalecer sindicatos e qualificar suas bases.

“Eu gostaria de agradecer a CSB por permitir essa demanda no estado de Santa Catarina e ajudar na qualificação dos nossos dirigentes”, completou o vice-presidente da entidade.

Fonte: CSB

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ANTONIO NETO PARTICIPA DE REUNIÃO DO COMITÊ GESTOR DO CONSELHÃO

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Presidente da CSB se encontrou com o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, para tratar da reativação do Conselho

O presidente da CSB, Antonio Neto, participou na quinta-feira (dia 28), em Brasília, da primeira reunião do Comitê Gestor do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES) com o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha. Durante o encontro, o governo confirmou a sua intenção de reativar o Conselhão e fazer dele um fórum para debater o desenvolvimento do Brasil.

_DSC3585Na reunião, o ministro falou sobre a importância de retomar o CDES como um espaço de diálogo e aconselhamento ao presidente da República. “O poder não é mais verticalizado, ele é horizontalizado”, observou Eliseu Padilha, destacando que é imprescindível ouvir a sociedade para que o governo seja de fato “um amplificador das vontades da Nação”.

Para o presidente da CSB, o Conselho deve estar em sintonia com o governo para “ter claro qual é o papel do Estado, o que é estratégico para o desenvolvimento, e a partir daí pautar a discussão”. Neto é um dos 92 conselheiros escolhidos para o CDES entre destacados membros da sociedade.

O dirigente da CSB também integra o Comitê Gestor da instituição, formado por seis membros eleitos pela totalidade dos conselheiros e instituído para facilitar a gestão entre o Conselho e o governo.

Além de Antonio Neto, entre os demais integrantes do Comitê Gestor estão Clemente Ganz Lúcio, diretor do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese); Luiza Helena Trajano, presidente do Conselho de Administração do Magazine Luiza; e Luiz Moan, ex-presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

Prioridades

_DSC3714No primeiro semestre de 2016, os conselheiros definiram temas prioritários para os debates no CDES, entre eles “medidas de retomada do crescimento”.

A secretária Patricia Audi, responsável na Casa Civil por organizar os trabalhos do CDES, explica que o governo quer um diálogo que traga resultados concretos. “Precisamos transformar as discussões em políticas públicas coordenadas, factíveis e próximas da sociedade”, frisou.

Segundo a secretária, a expectativa da Casa Civil é realizar uma reunião plenária do CDES a partir de setembro.

Com informações da assessoria da Secretaria do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (SEDES)

Fotos: Fernando Aguiar/Casa Civil PR

Fonte: CSB

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MINISTRO DO TRABALHO E PREVIDÊNCIA SOCIAL E CENTRAIS SINDICAIS CRIAM NOVO GRUPO DE TRABALHO PARA DISCUTIR A REFORMA TRABALHISTA

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Decisão foi tomada durante encontro em Brasília um dia depois do Ato do movimento sindical por Emprego e Garantia de Direitos realizado no estado de São Paulo

Após o encontro das principais lideranças sindicais do País na Assembleia Nacional dos Trabalhadores/as pelo Emprego e pela Garantia de Direitos, a CSB e as centrais UGT, Força Sindical e Nova Central reuniram-se, nessa quarta-feira (27), com o ministro do Trabalho e Previdência Social, Ronaldo Nogueira, para debater pontos da reforma trabalhista. A reunião entre as entidades e o governo federal aconteceu em Brasília.

Com o objetivo de abrir o diálogo junto ao movimento sindical para a elaboração de propostas oficiais à retoma do desenvolvimento nacional e à redução do desemprego, temas como mudanças na legislação, prorrogação do Programa de Proteção ao Emprego (PPE) e o fortalecimento da negociação coletiva sobre a Consolidação das Leis do Trabalho foram colocados à mesa – ocasião em que também se deliberou a criação de um novo Grupo de Trabalho para o debate das três pautas.

De acordo com o vice-presidente da CSB, Sandro Jadir de Albuquerque, a iniciativa do Ministério (MTPS) é pertinente ao atual contexto econômico do Brasil, principalmente diante das ameaças de retiradas de direito propostas pelo patronato. Atualmente, mais de 11,4 milhões de brasileiros estão desempregados segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

“A nossa preocupação é a seguinte: nos anteciparmos às ações do Congresso. Os patrões se mobilizam para flexibilizar a CLT, mas nós não iremos aceitar. A nossa bandeira é a de que convenções e acordos coletivos devem ampliar as conquistas já garantidas em lei. E dentro do GT poderemos defender isto com consistência e respaldo”, explica Albuquerque.

O dirigente ainda relembra trecho do documento das centrais, divulgado na última terça-feira (26), presente no tópico das relações trabalhistas: as lideranças são a favor das negociações “como instrumento ao avanço das condições legalmente previstas”, mas não abrem mão “do patamar mínimo legal assegurado pela CLT e pela Constituição Federal de 1988” – argumento reiterado pelo secretário de Organização e Mobilização da CSB, Itamar Kunert, durante a reunião com o ministro.

“Somos totalmente da análise que o legislado deve ser mantido e nós deixamos isso claro para o Ministério. Claro que desde 1943 houve mudanças no País e nas relações, mas o País precisa ter muito cuidado e cautela ao querer repensar esta conquista”, alerta o secretário, apoiado por Cosme Nogueira, secretário de Formação Sindical da Central, também presente no encontro.

Segundo Nogueira, “toda abertura a uma aproximação é bem-vinda, mas a questão da reforma é um assunto delicado porque os empregadores aliam a pauta com retirada de direitos”. “Debater alternativas que possibilitem uma pacificação na relação entre ambas as partes é plenamente possível. Agora, acordado sobre legislado nós não vamos permitir”, reforça.

No encontro, o ministro do Trabalho e Previdência Social afirmou que “a ‘modernização’ da legislação trabalhista não irá mexer em direitos dos trabalhadores” e que “não há qualquer hipótese de o trabalhador ter seus direitos revogados”.

Mesmo assim, Itamar Kunert defende que a unidade sindical é de extrema importância para impedir o patronato de abrir um caminho não salutar à classe trabalhadora. Para o dirigente, “se o governo não injetar recursos no mercado e gerar emprego, o problema social do País evoluirá e o trabalhador não terá o que merece em matéria de benefícios, salário, condições de trabalho e qualidade de vida”.

PPE e qualificação profissional

Em meio a um cenário de instabilidade financeira – com a inflação acumulada nos últimos meses no patamar dos 8,98% e a taxa Selic a 14,25% –, a ampliação do Programa de Proteção ao Emprego (PPE) foi mais um assunto discutido entre as entidades sindicais e o MTPS. Criado em 2015 para possibilitar a preservação de empregos em momentos de retração da atividade econômica até dezembro de 2017, os agentes do governo e as centrais refletiram sobre viabilidade de torná-lo permanente.

“A ideia de se ter o PPE como um programa regular é uma proposta que vamos estudar. A gente entende que alguns setores, quando em crise, precisam desse amparo e apoio institucional, mas a preocupação é de que isso vire uma arma contra o trabalhador ao ser mal usado por empresas que querem burlar a legislação e causar um rombo no FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador)”, disse o vice-presidente Sandro Jadir de Albuquerque.

Ao aderir ao PPE, as empresas podem reduzir a jornada de trabalho e os salários dos funcionários em até 30%, sendo metade da perda salarial de cada trabalhador reposta pelo governo federal, no limite de R$ 900,84. Os recursos para o programa saem do FAT.

Outra proposta do Ministério do Trabalho e Previdência Social é “uma parceria para ampliar a qualificação profissional de jovens, trabalhadores celetistas, autônomos, rurais e, inclusive, os egressos do sistema prisional”. Segundo o ministro Ronaldo Nogueira, “as centrais estarão envolvidas nestas ações que vão qualificar o profissional na categoria que elas representam”.

“Dadas às mudanças na tecnologia e na economia, principalmente dentro da indústria nacional, a mão de obra está sendo substituída por máquinas e isso gera, obviamente, uma apreensão na nossa Central com relação à categoria dos movimentadores de mercadoria, por exemplo. Por isso, o ministro quer desenvolver projetos em parceria com as entidades para qualificar esse pessoal e nós, da CSB, apoiamos a iniciativa”, afirma Albuquerque.

Fonte: CSB

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CSB CONVOCA SERVIDORES PÚBLICOS PARA AGENDA DE MOBILIZAÇÕES CONTRA O PLP 257

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Projeto que congela salários e retira direitos poderá ser votado nos próximos dias

A Central dos Sindicatos Brasileiros convoca todos os servidores públicos, dirigentes sindicais de entidades filiadas e a sociedade em geral para uma série de atos e mobilizações programados para serem realizados a partir de segunda-feira, dia 1º de agosto, contra a votação do Projeto de Lei Complementar (PLP) 257.

Com o argumento de que pretende renegociar as dívidas dos estados e do Distrito Federal com a União, o PLP 257 poderá impor aos servidores públicos uma série de perdas e retrocessos, incluindo o congelamento de salários e a retirada de direitos já garantidos e consolidados ao longo dos anos.

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, sinalizou na última quarta-feira (27/07) que o PLP 257 estará entre as prioridades de votação da Casa no retorno do recesso parlamentar, na primeira semana de agosto. O projeto tramita em regime de urgência e já está pronto para a análise do plenário da Câmara.

Diante dessa possibilidade de votação, a CSB realizará uma série de mobilizações com o intuito de pressionar e conscientizar os deputados federais e a sociedade sobre o impacto negativo que a aprovação causará no serviço púbico.

Os atos incluirão panfletagem nos aeroportos do País, principalmente no Aeroporto Internacional de Brasília, na segunda e na terça-feira (dias 1 e 2 de agosto). Também na segunda-feira, servidores públicos realizarão uma plenária sobre o assunto, às 14h, na sede do Sindicato dos Policiais Federais no Distrito Federal (Sindipol/DF).

Na terça e na quarta-feira (dias 2 e 3 de agosto), também estão planejadas ações no Congresso. O objetivo dos atos é garantir que os trechos do PLP que trazem prejuízos aos servidores públicos sejam retirados do texto original do projeto.

“Os trabalhadores do setor público não são os responsáveis pela situação econômica e financeira dos estados e, por isso, não podem ser penalizados. Convocamos todos os servidores públicos a estarem unidos neste momento de luta. Não podemos recuar”, afirma o presidente da CSB, Antonio Neto.

Confira a agenda de mobilizações contra o PLP 257:

– Atos nos aeroportos

Panfletagem e mobilizações nos terminais aéreos na segunda-feira (01/08) e na terça-feira (02/08).

– Plenária dos servidores em Brasília

Na segunda (01/08), às 14h, na sede do Sindipol/DF: Setor de Clubes Esportivo Sul – SCES – Trecho 02 – Lotes 02/51.

– Ações no Congresso Nacional

Atos e mobilizações na terça-feira (02/08) e na quarta-feira (03/08).

Fonte: CSB

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CENTRAIS SINDICAIS DIVULGAM DOCUMENTO PELA RETOMADA DO CRESCIMENTO ECONÔMICO DO PAÍS

Evento Centrais 25.07 (4)

Manifesto reivindica diminuição da jornada de trabalho, redução da taxa de juros e investimentos no mercado interno

A CSB junto às demais centrais sindicais – CUT, Força Sindical, UGT, CTB e NCST – divulgaram, durante a Assembleia Nacional dos Trabalhadores/as pelo Emprego e pela Garantia de Direitos, um documento com as principais propostas do movimento sindical brasileiro à retomada do desenvolvimento econômico e social do País. Inspirado pelos direitos garantidos na Constituição Federal, o manifesto lista oito pontos em defesa da geração de empregos, da CLT e do fortalecimento da Previdência. O encontro aconteceu, nessa terça-feira (26), no estado de São Paulo.

Reunidas pela proteção dos quase 12 milhões de desempregados registrados no Brasil pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e pela classe trabalhadora ainda na ativa, as lideranças sindicais levantaram três bandeiras unificadas na crença de que apenas com organização e mobilização os cidadãos poderão “resistir e combater as ameaças às relações de trabalho”.

Representante da CSB no evento, o secretário-Geral da Central, Alvaro Egea, afirma que é com esta unidade que se constrói a luta necessária a novas conquistas e ao impedimento de retrocessos. “A nossa mobilização é para chamar a atenção de que os trabalhadores não estão sozinhos. Nós vamos fazer pressão no Congresso, buscar o setor empresarial e trabalhar no sentido de invertermos as pautas da Casa. Nenhuma política que retirava direitos gerou empregos”, discursou o dirigente na Assembleia.

Evento Centrais 25.07 (13)Ainda segundo Egea, o que o movimento sindical quer é uma “política de crédito para a população, às empresas; baixa de juros e volta do crescimento econômico” – medidas elencadas no documento das centrais junto às reivindicações pela redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, retomada do investimento na Petrobrás e pelo destravamento do setor de construção e incentivo às políticas de fortalecimento da indústria brasileira.

De acordo com o documento do movimento sindical, “o mercado interno só se viabiliza se as pessoas estiverem empregadas e recebendo salários, o que prova a história recente do País”, aspecto prioritário ao desenvolvimento nacional na visão do vice-presidente da CSB, Francisco Moura.

“Sem investimentos no País e enquanto tivermos essa taxa de juros extraordinária (14,25% ao ano), que beneficia apenas os banqueiros, o Brasil não voltará a se desenvolver. Para garantirmos os postos de trabalho aos brasileiros, precisa se pensar em uma política de desenvolvimento nacional sob a qual as empresas domésticas terão condições de movimentar o mercado”, afirmou Moura.

Leandro Allan, vice-presidente da CSB, também presente no ato, ainda salientou que “a união das centrais nada mais é do que a união, a cara e a força do trabalhador”. “A importância do ato unificado mostra a unidade e harmonia das categorias. E isso é muito importante para o atual contexto político do País porque o Brasil passa por uma crise em que governantes tentam retirar direitos e fazer com que o trabalhador pague a conta da corrupção”, ressaltou Allan.

Outra pauta debatida pelos presentes foi a incontestável soberania da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Contra o chamado “negociado sobre o legislado”, fator primário da precarização das relações trabalhistas e da fragilização da organização da classe operária, as lideranças sindicais argumentaram a favor das negociações coletivas “como instrumento para o avanço das condições legalmente previstas”, mas sem abrir mão “do patamar mínimo legal assegurado pela CLT e pela Constituição Federal de 1988”.

“O negociado sobre o legislado é um tapa na cara dos trabalhadores porque a garantia da classe está na CLT. Esta postura simplesmente rasga essa conquista. É preciso que o governo ouça as centrais sindicais e o clamor das ruas. O que nós queremos é ampliar o leque de direitos, melhorar a qualidade de vida das categorias, salários dignos, distribuição de renda, mas não à custa dos trabalhadores”, argumentou o secretário de Formação Sindical da CSB, Cosme Nogueira.

Evento Centrais 25.07 (17)O dirigente aproveitou para destacar a importância das centrais, sindicatos e federações na manutenção e defesa dos direitos historicamente adquiridos. Para Nogueira, “sem o movimento sindical, o trabalhador seria totalmente desprotegido e estaria sempre à margem das principais discussões do País”. “Tudo passa por aqui. O movimento é importantíssimo na vida dos trabalhadores e da sociedade porque realmente ele faz o contraponto das forças da elite dominante. E com certeza, jamais vamos alcançar uma sociedade mais justa e igualitária se não existir a representação da classe trabalhadora”, enfatizou.

A Previdência e Seguridade Social também não ficaram de fora do debate. Aprovado por unanimidade, o documento das centrais rejeita a reforma proposta pelo governo federal, que inclui: a definição de uma idade mínima para a aposentadoria de homens e mulheres, desvinculação dos benefícios previdenciários do salário mínimo, nivelamento do tratamento previdenciário entre trabalhadores urbanos e rurais e a incorporação do Ministério da Previdência Social ao Ministério da Fazenda.

A CSB, desde o seu II Congresso, realizado em Brasília, no mês de fevereiro, tem defendido o superávit da Seguridade Social brasileira – o que sustenta a resistência contra a reforma no sistema previdenciário do País. De acordo com a economista Denise Gentil, palestrante do evento, ao contrário do que é divulgado pela grande mídia, a Seguridade Social teve um superávit de R$ 35,5 bilhões em 2014 e R$ 16,1 bilhões em 2015.

Nas fileiras da CSB durante a Assembleia, o presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados do Brasil (SINAB), Lucio Bellentani, garantiu que nenhum retrocesso será aceito pela categoria dos aposentados e que a equiparação da idade para se aposentar entre gêneros é inadmissível. “As mulheres e os trabalhadores rurais têm uma condição diferenciada que precisa ser analisada com cautela. Agora, igualar a aposentadoria dos militares, que continuam a receber como se estivessem ativos, aos dos trabalhadores industriais já é um assunto que não só pode como deve ser amplamente debatido”, concluiu Bellentani.

Para conferir a íntegra do documento assinado pelos presidentes das seis centrais sindicais auferidas, clique aqui.

Veja abaixo mais declarações dos dirigentes da CSB presentes na Assembleia das centrais:

Paulo de Oliveira – 1º secretário de Organização e Mobilização da CSB:

“A importância do ato é unificar as bandeiras das centrais e fazer realmente uma reunião em torno da defesa dos direitos dos trabalhadores. Nós passamos por um momento extremamente delicado, onde se coloca em risco todos aqueles direitos que foram conquistados a duras penas. É um momento de união, e a CSB tem um papel fundamental nisso através da força e da liderança do Neto. Precisamos fortificar uma luta mais atuante para que se impeça mudanças como a prevalência do negociado sobre o legislado e a terceirização – assuntos que preocupam e que efetivamente podem retirar direitos dos trabalhadores.”

Jorge Antonio da Silva Nascimento – secretário dos Servidores Públicos:

“O País passa por um momento difícil, os trabalhadores sofrem muitas ameaças de retirada de direitos, e a importância deste evento consiste em justamente tentar dar respostas à classe trabalhadora. Hoje, é preciso investir no mercado e fortalecer as empresas, principalmente as pequenas e micro que pagam encargos absurdos. A indústria nacional pede atenção.”

Paulo Oyamada – 1º secretário dos Trabalhadores Rurais:

“Para voltar a crescer, o País precisa investir mais na agricultura e nas indústrias, além de proteger o trabalhador rural, porque é ele que tem mais desgaste na vida ao trabalhar de sol a sol. Este trabalhador não tem condição de sobreviver no mesmo sistema do trabalhador urbano e, por isso, não podemos aceitar igualar o tratamento entre essas duas classes.”

Igor Tiago Pereira – Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Itatiba e Região:

“O Brasil precisa de mais incentivos às empresas, dar mais oportunidade de qualificação aos trabalhadores para o mercado de trabalho. Nossas empresas, hoje, estão muito defasadas, não estão conseguindo competir com os mercados mexicano ou chinês. É por esta razão que eu acredito que temos que nos unir para tentar reverter este quadro e gerar mais empregos aos brasileiros.”

Fonte: CSB

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Dia 27 de julho – Dia do Motociclista

Dia 27 de julho – Dia do Motociclista

Mais de 2 milhões de brasileiros usam a moto como equipamento de trabalho

Uma homenagem póstuma ao motociclista e ex-mecânico Marcus Bernardi, que trabalhou em uma grande marca de motocicletas no interior de São Paulo e faleceu em 27 de julho de 1974. Assim nasceu a data, que é usada não somente para comemorações, mas também para reivindicar direitos daqueles que usam como instrumento de trabalho esse veículo de duas rodas. São eles: Motoboys, mototaxistas e motofretistas, que somam hoje mais de 2 milhões de trabalhadores brasileiros.

A categoria, que conseguiu a regulamentação das profissões de motoboy e motofretistas em 2009, e do adicional de 30% de periculosidade em 2014, ainda busca melhores condições para esses trabalhadores. Apesar do direito conquistado há dois anos, algumas grandes empresas conseguiram liminares na Justiça para não pagar esse adicional de periculosidade. Para resolver essa divergência, o Ministério do Trabalho e Previdência Social (MTPS) abriu uma consulta pública e deve fazer uma mesa tripartite, que contará com a participação dos empresários, das centrais sindicais e do órgão.

“Hoje existe a lei, mas não são todos que recebem por conta dessas liminares, que empresários contestam dizendo não terem participado das reuniões, mesmo sendo convocados”, disse Pedro da Silva Mourão, presidente da Federação Interestadual das Regiões Norte e Nordeste de Mototáxi, Motoboy, Motofretes e Taxistas (Fenordest) e vice-presidente da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB).

Outra luta importante para a categoria está em andamento no Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), onde há anos o mototaxímetro aguarda para ser aferido. “Existe uma portaria no órgão desde 2011 para aferir o equipamento, mas não sai da gaveta de maneira nenhuma. Essa é uma grande luta nossa, que queremos resolver. Estamos tentando até mesmo uma audiência com o presidente do Inmetro”, completou Mourão.

Outros projetos, como o PLS 82/2011, estão sendo combatidos pelos sindicatos da categoria, por contas de itens como a restrição da cilindrada da moto, limite de velocidade do veículo e a proibição dos profissionais em circular nos corredores.

“Hoje, a maioria das motos que o pessoal trabalha, principalmente nos grandes centros, são de 300 cilindradas, e limitar isso não é legal. Deve existir um limite, mas sempre com coerência”, disse o presidente do Sindicato dos Mototaxistas e Motoboys do Estado de Alagoas (Sindmoto/AL) e 2º secretário dos Trabalhadores Autônomos da CSB, Ed Wilson Sampaio dos Santos.

Para Mourão, algumas dessas regras poderiam ser regionalizas devido às diferenças de temperatura das regiões brasileiras. “Somos contra um item que fala do uso obrigatório de tornozeleira, cotoveleira e outros aparatos, assim como foi exigido em 1997, e depois foi vetado porque não funcionou. No Norte e Nordeste é um absurdo andar com isso em um calor de 40 graus”, disse Mourão.

Outro item dentro desse projeto, mas que tem o apoio dessas entidades, é a implantação das motofaixas, que trariam mais segurança aos motociclistas.

“Sabemos que são necessários alguns estudos técnicos, e eles sempre vão de acordo com o interesse de grupos. Sabemos também que não há um retorno imediato para as autoridades, por isso esse item deve demorar um pouco para sair”, completou Santos.

Caminhando lado a lado com a tecnologia, o Sindmoto lançou em março o Simeal, aplicativo para facilitar a vida de quem utiliza os serviços de mototáxi e de motofrete em Maceió (Al). Além da praticidade, o recurso tecnológico traz mais segurança ao profissional.

“Todos os trabalhadores cadastrados no aplicativo são capacitados de acordo com a Lei Federal 12.009 e obedecem às normas de segurança e higiene. Desse modo, quem usa o serviço garante a segurança e valoriza quem está prestando serviço”, falou o presidente do Sindmoto.

Apesar de parecido, Santos deixa claro que o sindicato é totalmente contra o Ubermoto e aponta uma das grandes diferenças entre os serviços. “A gente é a favor da tecnologia, mas contra essa tecnologia do Uber, que visa apenas o financeiro, sem se preocupar com o trabalhador”, finalizou.

Fonte: CSB

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EM PLENÁRIA, SERVIDORES PÚBLICOS DO MARANHÃO APROVAM GREVE

Em plenária, servidores públicos do Maranhão aprovam greve

Reunião unificada confirmou também mais quatro atos para julho e agosto

Centrais sindicais e sindicatos de diversas categorias de servidores públicos do estado do Maranhão realizaram na noite da última quinta-feira (21), na Associação Comercial de São Luís (MA), uma plenária unificada, que aconteceu devido à falta de diálogo do governo estadual em relação à reposição salarial dos servidores públicos, pelas repetidas decisões do Tribunal de Justiça em decretar greves de sindicatos como ilegais e pelos cortes de pontos dos servidores da Assembleia estadual.

Dentro do evento, que contou com a presença de aproximadamente 50 dirigentes sindicais, foram aprovados indicativos de greve geral e outros quatro atos para os meses de julho e agosto. Haverá duas panfletagens, uma na próxima quinta-feira (28), em frente ao Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), outra no dia 02 de agosto, em frente à Assembleia Legislativa.

“A panfletagem do dia 28 acontece devido à audiência com alguns sindicatos penalizados pela decretação de greve ilegal.  Vamos panfletar uma carta do ato público, que nós estamos divulgando nas redes”, falou o 2º secretário dos Trabalhadores na Agricultura Familiar e Cooperativismo e Presidente do Sindicato dos Técnicos Agrícolas do Estado do Maranhão (SINTAEMA/MA), Wennder Robert Rocha de Sousa.

Uma outra grande plenária foi marcada para o dia 13 de agosto, com o objetivo de fortalecer a categoria e unificar os sindicatos, além de traçar estratégias para uma possível greve no dia 24 do mesmo mês. “Se até o dia 24 não houver nenhuma resposta do governo, vamos fazer uma grande mobilização estadual”, completou o dirigente.

Além desses quatro atos, foi decidido que os sindicatos continuarão fazendo as manifestações nos locais onde houver ato público do governo e também continuarão as divulgações nas redes sociais, na imprensa e a convocação aos sindicatos.

“Esse chamamento é para que esses sindicatos se façam presentes nas movimentações e  nas atividades, principalmente na próxima plenária”, finalizou Sousa.  

São mais de 110 mil servidores do legislativo, executivo e judiciário do estado do Maranhão reivindicando 10,57% de reposição. 

Fonte: CSB

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5ª SEMANA PAULISTA DA CONTABILIDADE ABRE INSCRIÇÕES PARA QUATRO DIAS DE PALESTRAS

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Evento que discutirá os desafios e oportunidades do setor conta com o patrocínio da CSB

Estão abertas as inscrições para a 5ª Semana Paulista da Contabilidade. Com o tema “Contabilidade: Novos Cenários, Grandes Mudanças”, a iniciativa reunirá oito dos principais nomes do setor no País para debater os principais desafios e oportunidades da área de Ciências Contábeis na atual conjuntura econômica brasileira. Promovida pelo Sindicato dos Contabilistas de São Paulo (Sindcont/SP), as palestras e painéis acontecem, entre os dias 16 e 21 de setembro, na sede da entidade.

Para abrir a maratona de trabalhos da quinta edição do evento, estudantes e professores universitários receberão orientações sobre a formação e a carreira logo nos primeiros dias de atividades. A palestra “O Papel das Entidades Contábeis no Crescimento Profissional” inaugurará a Semana Paulista com a apresentação do professor Adriano Gilioli, especialista em Inteligência Emocional aplicada no Desenvolvimento Profissional pela Harvard Medical School, seguida pelo talk show “Os Desafios do Ensino de Ciências Contábeis” no dia 17/09.

Antoninho Marmo Trevisan, presidente da Trevisan Escola de Negócios; Ronaldo Fróes, pró-reitor de graduação e coordenador e professor do curso de Ciências Contábeis na Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (Fecap) e Welington Rocha, diretor-presidente da Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuarias e Financeiras (Fipecafi) serão os responsáveis por conduzir o bate-papo. Ambas as palestras são gratuitas e possuem duas horas de duração: a primeira, das 18h às 20h; a segunda, das 9h às 11h.

Já para a segunda (19/09) e terça-feira (20/09), os profissionais da área e interessados poderão inscrever-se respectivamente no painel de debates “Governança, Riscos e Mensurações Estratégicas” e na palestra “Muito além dos Números – Desafios para a Contabilidade 2016-2030”, que terão início às 18h e término às 20h.

Com o objetivo de destacar a relevância da contabilidade no planejamento estratégico de uma empresa, palestrarão Jorge Manoel e Rosana Napoli, sócios da network PwC, e Wilson Carnevalli, especialista em estratégias de negócio, implantação e fortalecimento da governança corporativa, no dia 19; e Edgar Cornacchione, docente da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA-USP), no dia 20/09.

De acordo com o presidente do Sindcont/SP e coordenador do evento, Jair Gomes de Araújo, a programação da Semana foi elaborada na expectativa de colocar mais de mil pessoas entre profissionais, docentes e estudantes em contato com “renomados profissionais e estudiosos do setor”. “[Além de], envolvê-los em análises e discussões de temas que permeiam as mudanças na profissão e seus impactos para diferentes interlocutores”, destaca o dirigente.

Os dois últimos dias serão os únicos para os quais serão cobradas entradas. Associados do Sindcont/SP devem pagar R$ 50 por ingresso e demais interessados, R$ 150. Os valores valem para a participação dos dois dias, podem ser quitados via depósito ou transferência bancária e parcelados em até seis vezes.

As inscrições para a 5ª Semana Paulista da Contabilidade devem ser realizadas pelo site do Sindicato (clique aqui), após cadastro gratuito do interessado, e é feita por bloco de programação. O trabalhador ou estudante, portanto, poderá garantir sua vaga para a palestra do dia 16/09 (gratuita), ou para o talk show do dia 17/09 (gratuito) ou ainda aos debates e palestra dos dias 19 e 20/09 (estes últimos inclusos no mesmo pacote por um único preço). As vagas ficam disponíveis até a ocupação limite do local do evento.

Apresentação folclórica e 67 anos do CEDFC

O Sindicato dos Contabilistas de São Paulo também preparou para a 5ª Semana um evento sociocultural com temática portuguesa, apresentação folclórica típica e almoço lusitano tradicional e uma cerimônia de comemoração ao 67º aniversário do Centro de Estudos e Debates Fisco-Contábeis (CEDFC) do Sindcont/SP.

Segundo o presidente da entidade, “a tradicional atividade promovida pelo Sindicato, o CEDFC permanece vigoroso em seu objetivo de proporcionar a troca de experiências e informações entre os profissionais da contabilidade e trata-se de uma bem-sucedida iniciativa, que há quase sete décadas contribui para que a classe contábil interaja, enriqueça sua formação e também contribua para a valorização da categoria”.

A medalha Profº Luiz Fernando Mussolini também será entregue no mesmo dia da solenidade em homenagem aos profissionais que, direta ou indiretamente, cooperaram para o prestígio e fortalecimento do Centro de Estudos. As duas atividades ocorrem nos dia 18 e 21/09 e são fechadas para convidados.

Serviço:

5ª Semana Paulista da Contabilidade

Data: 16 a 21 de setembro.

Local: Sede do Sindcont/SP – Praça Ramos de Azevedo, 202 – Centro/SP

Inscrições: pelo site do Sindicato dos Contabilistas de São Paulo.

Mais informações: acesse http://www.sindcontsp.org.br/semanadacontabilidade/index.php

Fonte: CSB

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NOTA DAS CENTRAIS SINDICAIS SOBRE REFORMA TRABALHISTA

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Sobre as recentes afirmações do ministro interino do Trabalho que coloca urgência no envio ao Congresso de uma reforma trabalhista que pode retirar direitos históricos da classe trabalhadora, as Centrais Sindicais afirmam que são contrárias a qualquer proposta de reforma que implique na retirada ou diminuição de direitos dos trabalhadores.

Entendemos que a negociação coletiva deve ser valorizada como instrumento de fortalecimento da relação capital-trabalho, que também precisa da ampliação do direito de greve e a organização dos trabalhadores no local de trabalho garantidas como forma de equilibrar essa relação.

A ampliação das negociações, assim como a prevalência do “negociado sobre o legislado” não deve substituir a CLT e nem possibilitar a redução de direitos e a diminuição da qualidade de vida dos trabalhadores. A CLT deve ser mantida como o padrão mínimo da regulação das relações de trabalho.

As negociações coletivas devem ter como papel novos avanços e conquistas para melhorar o padrão de vida daqueles que constroem as riquezas desse país.

Antonio Neto – Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB)

José Calixto Ramos – Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST)

Vagner Freitas – Central Única dos Trabalhadores (CUT)

Paulo Pereira da Silva – Força Sindical

Adilson Araujo – Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB)

Ricardo Patah – União Geral dos Trabalhadores (UGT)

Fonte: CSB

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SERVIDORES DE PORTO ACRE (AC) APROVAM GREVE A PARTIR DE 1º DE AGOSTO

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Com apoio da CSB, trabalhadores se organizam contra cortes de benefícios

Os servidores municipais de Porto Acre (AC), cidade localizada a cerca de 50 quilômetros da capital Rio Branco, decidiram entrar em greve a partir de 1º de agosto por tempo indeterminado. A greve foi aprovada durante assembleia realizada pelo Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Porto Acre (SINSPMPAC) na última terça-feira, dia 19, na Câmara Municipal.

Os trabalhadores protestam contra o corte de benefícios adotado pela prefeitura nos últimos meses. Com o argumento de que precisa equilibrar as finanças do município para cumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), o prefeito de Porto Acre tomou medidas que têm causado dificuldades para centenas de servidores públicos.

“Os trabalhadores não são os culpados pela situação financeira da prefeitura. A cidade tem 290 servidores públicos e mais de 50 cargos comissionados. Se o prefeito quer cortar gastos, deveria começar reduzindo esse número de comissionados, e não retirando direitos dos servidores”, afirma Pedro Mourão, vice-presidente da CSB.

Entre os benefícios que foram cortados pelo prefeito estão o pagamento do auxílio-curso que era utilizado para qualificação profissional, além da licença-prêmio e do adicional de insalubridade, entre outros.

Com esses cortes, há casos de servidores que tiveram uma redução de até 40% em seus vencimentos, o que tem causado problemas para os trabalhadores sobretudo neste momento de crise econômica do País.

“São pais e mães que dependem dos salários e das gratificações para sustentar as suas famílias. Muitos estão passando por dificuldades com essa situação que já chegou ao limite. Temos buscado de todas as formas tentar resolver por meio do diálogo, mas isso não tem dado resultado”, diz a presidente do SINSPMPAC, Ivaneide Souza da Silva.

“Os servidores não estão nem cobrando aumento salarial, embora estejam sem reajustes desde 2010. Querem apenas que os direitos que eles já tinham voltem a ser pagos”, afirma Mourão, que também é presidente da Federação Interestadual das Regiões Norte e Nordeste dos Trabalhadores em Transportes de Mototaxistas, Motoboys, Motofretes e Taxistas (FENORDEST).

A assembleia definiu que a greve deverá ser mantida a partir de 1º de agosto por tempo indeterminado, até que o prefeito revogue os decretos que suspenderam o pagamento dos benefícios. De forma paralela, o Sindicato também ingressou com uma ação na Justiça contra as medidas tomadas pela prefeitura, mas ainda não houve uma decisão.

A CSB tem dado todo o apoio para o SINSPMPAC na defesa dos direitos dos servidores de Porto Acre e também deverá auxiliar com a mobilização dos trabalhadores durante a greve. “Estamos ao lado do Sindicato nessa luta, que é muito justa”, reforçou o vice-presidente da Central.

Fonte: CSB

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