SINDICATO DOS ADVOGADOS DO INTERIOR DE SÃO PAULO CONQUISTA 1ª CONVENÇÃO COLETIVA

Sindicato dos Advogados do Interior de São Paulo conquista 1ª convenção coletiva

Após mais de 90 dias de negociações, categoria comemora melhorias na CCT

O Sindicato dos Advogados do Interior Paulista (SINDADV) conquistou mais uma vitória para a categoria, a primeira Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da entidade, que nasceu há seis anos. Entre as principais conquistas estão o reajuste salarial de 10,97% para os profissionais e estagiários, Participação nos Lucros e/ou Resultados (PLR) e vale-refeição de R$26 para escritórios localizados em cidades com mais de 100 mil habitantes e com mais de cinco advogados empregados. Para os demais municípios, o vale-refeição é de R$ 17. Fazem parte da CCT também a licença adoção e a inclusão das normas regulamentadoras (NR) 35 e 37, que tratam da gestão de saúde, segurança no trabalho e a prevenção das doenças ocupacionais.

Para concretizar essa conquista, os dirigentes precisaram de quase 100 dias e duas longas reuniões com o patronal. “Foram negociações bem difíceis, que contamos com ajuda da Federação Nacional dos Advogados. Antes da primeira reunião estávamos tentando falar com o patronal, que insistia em não dar um retorno pelo fato de ser um sindicato desmembrado”, disse o presidente do SINDADV, Paulo Fernando Ortega Boschi Filho.

Para o próximo ano, o sindicato almeja o pagamento de 100% da anuidade da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) feita pelo empregador e multa para o não cumprimento dos programas de PPR e PLR. Com data base em dezembro, essa convenção tem vigência de um ano a partir do dia 1º de dezembro de 2015.

Com apenas seis anos de existência, o SINDADV teve um duro caminho para a concretização desta reivindicação dos advogados do interior, que se sentiam desamparados. Atualmente, cerca de 400 cidades fazem parte da base.

“Para abrir esse sindicato foi uma luta, contamos com o apoio da Confederação Nacional dos Advogados, que percebeu que os advogados do interior estavam mal assistidos e que seria necessária a fundação dessa nova entidade. Contamos também com o apoio da Central dos Sindicatos Brasileiros, que nos ajudou com os trâmites no Ministério do Trabalho e com a Certidão Sindical. Se não fosse a Central, estaríamos esperando esses documentos ainda”, completou o presidente da entidade.

O sindicato organizará em setembro o seu primeiro simpósio, que deve contar com advogados de todo o estado de São Paulo.

Fonte: CSB

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Chapa 1 é eleita para nova gestão à frente do Sindpd

apuração (69)

Atual diretoria foi escolhida por 4.203 associados para o período 2016/2020

Chegou ao fim, na madrugada de sexta-feira (24), o processo eleitoral que definiu a Diretoria do Sindpd para os próximos quatro anos. Com 87% dos votos válidos, a Chapa 1 foi eleita para administrar a próxima gestão. Os eleitos desempenharão as funções de Diretoria, Conselho Fiscal e Delegados Representantes ao Conselho da entidade.

A Chapa vitoriosa – liderada pelo atual presidente do Sindpd e da CSB, Antonio Neto, obteve um total de 4.203 votos. Encabeçada pelo ex-diretor do Sindicato, José Ribamar Dantas, a Chapa 2 recebeu 634 votos. Nulos contabilizaram 296 e brancos 44.

Após a confirmação da vitória, Antonio Neto agradeceu todo apoio recebido ao longo da campanha eleitoral. O presidente reafirmou o compromisso com a categoria e reforçou o histórico de lutas e conquistas do Sindpd para o trabalhador de tecnologia da informação. “Tudo o que nós fazemos aqui dentro é planejado, discutido plenamente e realizado com muito carinho. Por meio do desempenho da Diretoria, não só aqui na capital, mas também em todas as nossas regionais, construímos um importante patrimônio para os trabalhadores de TI. Não é fácil dirigir um Sindicato como este. Por isso digo a vocês – agora, a responsabilidade aumenta”, ressaltou.

De acordo com o Estatuto, o processo eleitoral, realizado entre os dias 21 e 23 de junho, transcorreu normalmente e sem qualquer registro de incidentes. A apuração foi concluída na madrugada do dia 24 e conduzida por Augusta Raeffray Barbosa Gherardi, do Conselho Sindical da OAB-SP. Integraram o quadro de presidentes das mesas eleitorais Alvaro Ferreira Egea, presidente do Sindicato do Vestuário de Guarulhos e secretário-geral da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB); José Avelino Pereira, vice-presidente da CSB; Cosme Ricardo Nogueira, presidente da Federação dos Funcionários Públicos Municipais de Minas Gerais e secretário de Formação Sindical da CSB; e Sandro Jadir de Albuquerque, diretor da Federação dos Trabalhadores na Movimentação de Mercadorias de Goias, Tocantins e Bahia e vice-presidente da CSB.

Conforme os editais publicados, urnas foram instaladas na sede do Sindicato, na capital paulista, e nas dez regionais espalhadas por todo o estado de São Paulo. Nos dias 21, 22 e 23 junho, urnas itinerantes também percorreram as empresas do setor para garantir o direito ao voto a todos os associados.

Veja abaixo a relação completa da nova diretoria eleita:

DIRETORIA EXECUTIVA

ANTONIO NETO
Presidente

JOÃO ANTONIO NUNES
Vice-presidente

JOSÉ GUSTAVO OLIVEIRA NETTO
Secretário-geral

PAULO ROBERTO DE OLIVEIRA
Secretário de Finanças

EMERSON RONALDO MORRESI
Secretário para Educação e Cultura

JOEL CHNAIDERMAN
Secretário para Comunicação e Imprensa

OSCAR DE AZEVEDO NOLF
Secretário para Atividades Sociais, Esportes e Lazer

ADEMIR FRANCISCO DOS SANTOS
Secretário de Relações Sindicais

ANTONIO RANDOLFO DAS NEVES
Secretário de Saúde, Segurança e Medicina do Trabalho

SUPLENTES DE DIRETORIA

CELSO LOPES
Suplente de Diretoria

JOSÉ HAMILTON BRANDÃO
Suplente de Diretoria

LOIDE MARA VALENT BELCHIOR
Suplente de Diretoria

PAULO CESAR DE ALMEIDA
Suplente de Diretoria

SANDRA DOMINGUES BUENO
Suplente de Diretoria

CARLOS DO CARMO SILVA
Suplente de Diretoria

PRISCILA SENA VIEIRA
Suplente de Diretoria

VALCIR FERNANDO DA SILVA
Suplente de Diretoria

WALTER PEREIRA PONCE
Suplente de Diretoria

LUIS JOSÉ GARCIA FERNANDES
Suplente de Diretoria

ISMAEL ANTONIO DE SOUZA
Suplente de Diretoria

JOÃO BAPTISTA DOMINGUES
Suplente de Diretoria

MIRIAN VIEIRA SANTOS KRONKA
Suplente de Diretoria

ADRIANA RAFAELA HILÁRIO
Suplente de Diretoria

SUE ELLEN THOMASINI NAKA
Suplente de Diretoria

JOSÉ CARLOS DOS SANTOS
Suplente de Diretoria

ELCIO CARLOS BORBA
Suplente de Diretoria

MARIA DE LOURDES CLARO
Suplente de Diretoria

ROBERTO DANTAS DE ARAÚJO
Suplente de Diretoria

MOACIR CÂNDIDO DA SILVA
Suplente de Diretoria

ANTONIO LUIZ ARAÚJO
Suplente de Diretoria

ELISA LORENZINI
Suplente de Diretoria

ANDRÉ LUIZ GONÇALVES DE ARAUJO
Suplente de Diretoria

ROSILVADO SIMPLICIO DOS SANTOS
Suplente de Diretoria

ANTONIO CARLOS TEIXEIRA DE MELLO
Suplente de Diretoria

NELSON MEDEIROS
Suplente de Diretoria

MARIA REGINA DA RESSUREIÇÃO PASCOAL SUDAIA
Suplente de Diretoria

MARIA JOSÉ FERREIRA DA SILVA NOGUEIRA
Suplente de Diretoria

ROGÉRIO PEDRO
Suplente de Diretoria

CONSELHO FISCAL

ANTONIO SÉRGIO STOLAGLI
Conselho Fiscal

ISABELLA TSAI KAWASE
Conselho Fiscal

SÉRGIO ELIAS ROSA
Conselho Fiscal

SUPLENTES DO CONSELHO FISCAL

JOÃO BARRETO SANTOS FILHO
Suplente do Conselho Fiscal

EDISON ALEXANDRE GALLI
Suplente do Conselho Fiscal

WALDIR FERREIRA DE SOUZA
Suplente do Conselho Fiscal

DELEGADOS REPRESENTANTES À FEDERAÇÃO

JERÔNIMO BITENCOURT
Delegado representante à Federação

WAGNER GRASSI GOMIDE
Delegado representante à Federação

SUPLENTES DE DELEGADOS REPRESENTANTES À FEDERAÇÃO

MARCO ANTONIO KRONKA
Suplente de Delegado representante à Federação

DANIEL HENRIQUE FORINI
Suplente de Delegado representante à Federação

CONSELHO DE ÉTICA

ERICK PRADO ARRUDA
Conselho de Ética

WALTER VOLPE
Conselho de Ética

ABAITAGUARA DO AMARAL GONÇALVES
Conselho de Ética

SUPLENTES DO CONSELHO DE ÉTICA

PEDRO LUIZ SALDANHA
Suplente do Conselho de Ética

JOSÉ ROBERTO DE SOUZA
Suplente do Conselho de Ética

LUCIANO GONÇALVES PORTO
Suplente do Conselho de Ética

Fonte: Sindpd

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1ª CONFERÊNCIA DOS ADMINISTRADORES DO MARANHÃO DEBATE VALORIZAÇÃO DOS PROFISSIONAIS

1ª Conferência dos Administradores do Maranhão debate valorização dos profissionais

Importância da categoria como ferramenta para o desenvolvimento econômico foi tema do evento

No dia 18 de junho, aconteceu a 1ª Conferência dos Administradores do Maranhão, em São Luís. O tema do evento foi “o administrador e a conjuntura nacional”. O encontro reuniu administradores e acadêmicos da área com o objetivo de identificar as necessidades e demandas da classe em um panorama financeiro de crise.

O evento faz parte da campanha nacional da Federação Brasileira dos Administradores (FEBRAD) de valorização dos profissionais. A Conferência foi realizada com o apoio do Sindicato dos Administradores do Maranhão (SINADMA) e da CSB.

Segundo Itamar Revoredo Kunert, secretário de Organização e Mobilização da CSB e secretário-geral da FEBRAD, a campanha tem como finalidade promover o debate do cenário econômico atual e como o administrador pode superar o momento conflituoso que o País vive, além de buscar soluções para um dos grandes problemas da categoria, que é o desemprego. 11,5 milhões de pessoas estão desempregadas, segundo o IBGE.

“Este foi a primeira de muitas conferências que iremos realizar pelo País. Queremos promover a conscientização da população e mobilizar o povo. Na atual situação do Brasil, somente o povo brasileiro com conscientização poderá mudar o cenário. Precisamos debater e auditar a dívida pública, tanto externa quanto interna, pois estamos perdendo muito dinheiro que poderia ser investido em desenvolvimento nacional. Além disso, criamos essa campanha com a intenção de conscientizar a população por meio dos municípios e estados sobre a importância de termos administradores na gestão pública orçamentária”, disse Kunert.

O secretário da CSB também palestrou durante o evento sobre o tema “Uma discussão sobre piso salarial”. “Os administrados estão sendo colocados em segundo plano em muitas situações, não só no governo, mas em empresas. Somos uma categoria capacitada para administrar e gerir, temos que ser valorizados e ter um piso salarial que represente a nossa importância. Não é qualquer pessoa que é administrador ou pode administrar, precisa ser alguém com formação”, disse o dirigente.

Ainda de acordo com o dirigente a “valorização do administrador no Brasil precisa acontecer em todas as esferas”. “A categoria também é parte da solução para retomada da crise econômica brasileira. O que o País precisa é de uma reforma do sistema tributário, do fortalecimento da estrutura de governo e ministros capacitados, ou seja, administradores. Só assim haveria menos trabalhadores desempregados”, concluiu Kunert.

Também esteve presente no evento representando a CSB o 2º secretário dos Trabalhadores na Agricultura Familiar e Cooperativismo da Central,Wennder Robert Rocha Marques de Sousa. Para o sindicalista, “são essas iniciativas que colaboram ao reconhecimento da categoria e fortalecimento das lutas da classe trabalhadora”.

Fonte: CSB

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NÚMEROS NÃO BATEM E PROPOSTA DA RGA SERÁ REDISCUTIDA NA AL

Números não batem e proposta da RGA será rediscutida na AL

Presidente da Assembleia prevê que negociações não terminem na próximas horas

“Os números não batem”. É o que conta o presidente da Assembleia Legislativa, Guilherme Maluf (PSDB), após horas de negociações com o governo do Estado e Fórum Sindical para avançar na proposta da Reposição Geral Anual (RGA) para os servidores públicos em greve desde o dia 31 de maio.

O projeto de Lei do Executivo, que trata da RGA, concede 6%, os servidores pedem 11,28% e os deputados estaduais apresentaram uma proposta de 8% ao governador Pedro Taques (PSDB), na noite desta terça-feira (22).

Guilherme Maluf revelou hoje cedo, após entrar madrugada na negociação, que os números não batem e que novas reuniões acontecerão ao longo do dia. Às 14h, ele volta a se reunir com os representantes do Fórum Sindical.

O parlamentar acredita que as negociações possam demorar mais alguns dias. Ele não mostrou otimismo com o fim do impasse nas próximas horas. Particularmente, Maluf deve se afastar do processo de ser interlocutor entre a Assembleia e governo.

O projeto propôs parcelar os 6% em três vezes iguais, sendo a primeira em setembro de 2016, a segunda em janeiro e março de 2017. Com a nova proposta encaminhada pelo Legislativo, ontem à noite, uma quarta parcelar seria paga em abril de 2017, o que implicaria na conversão da retroatividade inflacionária.

Por outro lado, o governo reafirma que pode pagar toda a RGA tão logo alcance o patamar de 49% da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Atualmente, o Executivo ultrapassa este limite com o pagamento de pessoal.

Medidas de reajuste fiscal e reforma administrativa estão sendo adotadas pelo governo para atingir o limite legal da LRF.

Antes, contudo, o governo oficializa até às 13h uma resposta formal da RGA e que será apresentada ao Fórum Sindical. Segundo Maluf, dependendo da proposta, o projeto poderá ser retirado para as devidas adequações.

Fonte: RepórterMT

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SEM RESPOSTA, SERVIDORES DE DOMINGOS MARTINS FAZEM NOVA PARALISAÇÃO

Sem resposta, servidores de Domingos Martins fazem nova paralisação

Prefeito do município capixaba propôs reajuste salarial de 2%

Os servidores da cidade de Domingos Martins (ES), 70 km da capital capixaba, voltaram às ruas na manhã dessa segunda-feira (20) em protestos à falta de resposta do atual prefeito Luiz Carlos Prezoti Rocha (PDT) à contraproposta de reajuste salarial feita pelo Sindicato dos Servidores Municipais de Domingos Martins (Sindsmudmar), de 5% retroativo mais 3% parcelados.

O ato contou com a participação de aproximadamente 100 servidores de diversas áreas, como transportes, garis e da educação, incluindo professores do distrito de Tijuco Preto. Os manifestantes iniciaram a caminhada na garagem do município, andaram pelas ruas da cidade e foram até o Pátio Municipal, onde o presidente do Sindsmudmar, Carlos Eduardo Schwambach, fez um pronunciamento aos servidores.

Durante o ato, foi realizada uma assembleia e nela foram definidos os próximos passos dessa luta. Ficou decidido que haverá um protesto na abertura de um dos festivais mais importantes do Espírito Santo, o Festival de Inverno de Domingos Martins, que acontece no próximo dia 22 de julho.

241884dd-d748-4642-8c2e-9cf964fbcab6“Decidimos que vamos fazer alguns protestos na abertura do Festival de Inverno. Vamos aproveitar a presença da imprensa e das autoridades para mostrar cartazes com nossas reivindicações, fazer um “apitaço”, levar famílias e vestir todos de preto”, disse o presidente do sindicato, que busca apoio da população.

Mesmo com a manifestação em frente ao seu gabinete, nem o prefeito nem o chefe de gabinete se pronunciaram ou deram respostas para as reivindicações dos trabalhadores do município.

“Ele fez uma proposta de 2% e disse que a nossa contraproposta era inviável. Ele não chamou a gente para reunião, não atendeu a gente nas paralisações. Os servidores já estão ficando chateados com essa postura dele”, completou Eduardo.

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Apesar de usar como justificativa a falta de dinheiro, o prefeito organizou no último dia 12 de junho um coffee break, no valor de R$4.500 para 30 pessoas. Além disso, nos últimos meses foram contratados diversos servidores. Esses fatos causam mais indignação por parte do sindicato.

Mais uma vez a Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB) apoiou a luta dos servidores de Domingos Martins, com carro de som e assessoria jurídica. Esse amparo da Central dá mais força e credibilidade aos trabalhadores.

“Quando começar a sair matérias de nível nacional, o prefeito vai perceber que pode ter grande repercussão e vai querer chamar a gente para conversar, pois a CSB tem como divulgar isso em grandes proporções”, falou o presidente do sindicato.

Finte: CSB

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18 DE JUNHO: DIA NACIONAL DO QUÍMICO

18 de junho: Dia Nacional do Químico

CSB homenageia os 200 mil trabalhadores da categoria

O Dia Nacional do Químico faz referência à publicação da Lei 2.800, que em 1956 criou o Conselho Federal de Química (CFQ) e os Conselhos Regionais de Química (CRQs). A profissão foi regulamentada pelo Decreto-Lei 5.452, de 1 de maio de 1943.

Atualmente, existem cerca de 200 mil profissionais em atividade no Brasil, e 85 mil atuam em São Paulo – de acordo com dados do Sindicato dos Químicos, Químicos Industriais e Engenheiros Químicos do Estado de São Paulo (Sinquisp).

Segundo o presidente do Sinquisp e secretário de Relações Internacionais da CSB, Aelson Guaita, a principal conquista da categoria foi o Decreto-Lei 85.877/81, que dispõe sobre o exercício da profissão de químico. “Com esta norma, foi possível determinar e assegurar o campo de atuação da nossa categoria. Essa é uma ferramenta de defesa dos profissionais químicos”, afirma.

Para o dirigente, a categoria tem grande importância econômica para o País. “Nós contribuímos efetivamente com o crescimento econômico do Brasil. Temos papel fundamental para o desenvolvimento tecnológico e farmacêutico. A indústria química detém a terceira maior participação setorial do Brasil na constituição do Produto Interno Bruto (PIB); por ano, o setor chega a ter participação em 3%”, explica.

Reivindicações

Uma das principais reivindicações da categoria é a retomada do crescimento econômico. O profissional de química tem um vasto campo de atuação. Da indústria à universidade, pode atuar em diversas áreas, desde que possua capacidade de análise e concentração com interesse pelas ciências e facilidade para matemática. “No entanto, estamos vivendo um período de recessão com muitas empresas fechando, por isso queremos a retomada do crescimento e o fim das demissões”, explica o presidente do Sinquisp.

De acordo com o Aelson Guaita, a categoria também reivindica a garantia do piso para os químicos graduados, de oito salários mínimos, e a redução da jornada de trabalho para 36 horas, conforme estabelece a Lei 4.950A/66. Além disso, a categoria também pede 20% de adicional para os profissionais que atuam como técnico responsável nas indústrias.

Fonte: CSB

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Nota Oficial – CSB, Força Sindical e CTB

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Centrais se manifestam sobre declarações do ministro-chefe da Casa Civil referentes a terceirização e reforma trabalhista

Causou-nos estranheza as declarações do ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, publicadas nos meios de comunicações, informando que o atual governo pretende pressionar o Senado pela aprovação do Projeto de Lei sobre a terceirização e sobre uma eventual reforma trabalhista.

É importante ressaltar, no caso da terceirização, que o fundamental é defender a regulamentação dos doze milhões de trabalhadores que, hoje, estão submetidos a uma legislação precária, que os penaliza de forma perversa. Reafirmamos que somos contra a terceirização nas chamadas atividades-fins.

O governo interino tem de estar atento e precisa entender que a terceirização, na forma que é praticada hoje, nada mais é que uma maneira de diminuir direitos. Nas últimas décadas, o crescimento da terceirização resultou em relações de trabalho precarizadas, com aumento das situações de risco e do número de acidentes de trabalho e doenças profissionais, baixos níveis salariais, ampliação das jornadas de trabalho e crescimento da rotatividade da mão de obra.

Um projeto de lei deve garantir proteção social aos trabalhadores e estar assentado na isonomia de direitos, de salário e de tratamento dos terceirizados.

Vale destacar que, em todas as crises, os oportunistas de plantão levantam a bandeira da reforma trabalhista, apontando a mesma como solução para os problemas da economia e do mundo do trabalho. Não vamos permitir qualquer mudança na legislação trabalhista que retire direitos dos trabalhadores. E qualquer ação de alteração, neste momento, sofrerá uma forte reação do movimento sindical.

As prioridades do movimento sindical concentram-se na defesa de uma pauta trabalhista baseada na imediata redução da taxa de juros e na implementação de políticas que priorizem a retomada do investimento, do crescimento da economia, a geração de empregos, a redução da desigualdade social, o combate à pobreza e a distribuição de renda.

Antonio Neto

Presidente da CSB

 

Paulo Pereira da Silva (Paulinho da Força)

Presidente da Força Sindical

 

Adilson Araújo

Presidente da CTB

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TRABALHADORES DA SAÚDE DECRETAM ESTADO DE GREVE NO RIO GRANDE DO SUL

Trabalhadores da saúde decretam estado de greve no Rio Grande do Sul

Paralisação de um turno foi marcada para o próximo dia 25 de junho

Por unanimidade, trabalhadores de 15 sindicatos ligados à área da saúde do Rio Grande do Sul decretaram, na última terça-feira (14), estado de greve após realização de assembleia unificada em frente ao Hospital de Clínicas, em Porto Alegre. No ato, ficou definido que haverá no próximo dia 25 de junho uma paralisação de turno único em todas as casas de saúde gaúchas vinculadas aos sindicatos presentes na assembleia.

São aproximadamente 100 mil trabalhadores em estado de greve, que podem entrar em greve geral caso haja avanço nas negociações. “As entidades patronais vêm acenando reajustes que não chegam nem a um terço da inflação para o período, que foi de 9,91%. Em alguns casos a proposta é de não reajustar os salários para preservar empregos. Esse comportamento de desprezo aos trabalhadores tornou as negociações absolutamente unilaterais”, disse Eliane Gerber, presidente do Sindicato dos Assistentes Sociais do Rio Grande do Sul (SASERS) e 1ª secretária da Mulher Trabalhadora da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB).

Na assembleia também ficou decidido que as propostas de reajustes salariais para esse ano serão apresentadas de maneira unificada pelos sindicatos até o dia 25 de junho. “Os sindicatos enviaram um documento aos três patronais da saúde do Rio Grande do Sul, com propostas unitárias de reposição do INPC do período de cada categoria, mais o reajuste real de 5% dos salários”, completou Eliane.

Além do SASERS, participaram do ato unificado os seguintes sindicatos do Rio Grande do Sul: Sindicato dos Enfermeiros (SERGS), Sindicato dos Médicos (SIMERS), SINDISAUDE, Sindicato dos Biólogos do RS, Sindicato dos Administradores do Estado do RS (SINDAERGS), Sindicato dos Farmacêuticos (SINDFARS), Sindicato dos Odontologistas (SOERGS), Sindicato dos Fonoaudiólogos (SINDFONO), sindicato dos Técnicos em Segurança do Trabalho (SINDITESTRS), sindicato dos Engenheiros (SENGERS), Sindicato dos Tecnólogos, Técnicos e Auxiliares em Radiologia Médica (SINTTARGS), Sindicato dos Nutricionistas (SINURGS), Sindicato dos Psicólogos (SIPERGS) e Sindicato das Secretárias (SISERGS).

Fonte: CSB

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RODOVIÁRIOS DE NITERÓI E ARRAIAL DO CABO (RJ) RECUSAM PROPOSTA PATRONAL DE REAJUSTE DE 9% EM ASSEMBLEIA

Rodoviários de Niterói e Arraial do Cabo (RJ) recusam proposta patronal de reajuste de 9% em assembleia

Rodoviários da base do SINTRONAC (Sindicato dos Rodoviários de Niterói a Arraial do Cabo) rejeitaram, por unanimidade, em assembleia realizada na sede do Sindicato, na tarde desta quarta-feira (15/06), a proposta das empresas de ônibus de reajuste salarial de 9%, divididos em duas vezes, com pagamento no salário de junho e no de novembro. A categoria também recusou a cesta básica de R$ 200,00 e a mudança na data-base para 1º de novembro, também propostas pelos patrões.

Pelo menos 800 rodoviários compareceram à assembleia convocada pelo SINTRONAC. Todos mantiveram as reivindicações originais da categoria, de reajuste salarial de 15%, já no salário de junho, aumento de 50% na cesta básica, que passaria a ser R$ 255,00, e volta da data-base para 1º de março.

Segundo o presidente do SINTRONAC, Rubens dos Santos Oliveira, as empresas serão comunicadas imediatamente a resolução da assembleia e as negociações com os patrões serão retomadas.

“É papel do sindicato encaminhar as propostas da categoria e é o que vamos fazer, ou seja, defender intransigentemente o interesse dos rodoviários. Sabemos que é um momento difícil da vida nacional, mas os trabalhadores rodoviários são um segmento muito importante da força produtiva deste País e merecem ser ouvidos”, afirmou Rubens.

Rubens destaca que ainda não há indicativo de greve, pois as negociações, por parte dos patrões, não foram suspensas.

“Voltaremos à mesa de negociações normalmente”, assegura ele.

Fonte: SINTRONAC

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NEGOCIAÇÃO COLETIVA COM SECRASO FECHA ACIMA DA INFLAÇÃO DO PERÍODO

Negociação coletiva com SECRASO fecha acima da inflação do período

Este ano, o SASERS fechou a Convenção Coletiva de 2016 com reajuste acima da inflação. O reajuste foi de 11,11% ao piso salarial do Assistente Social que trabalha no Terceiro Setor, o que significa a reposição do INPC do período de 31 de março de 2015 a 1º de abril de 2016 (9,91%) mais 1,2% de aumento real.

O Piso Salarial da categoria passará a vigorar com os seguintes valores: R$ 2.315,33 (dois mil, trezentos e quinze reais e trinta e três centavos) para empregados na Capital e R$ 1.736,50 (um mil, setecentos e trinta e seis reais cinquenta centavos) para empregados no interior, devidos a partir de 01 de abril de 2016, pelo que, a partir desta data os(as) empregados(as) representados(as) pelo SASERS não poderão receber salário inferior ao ora estabelecido para 30 (trinta) horas semanais.

Aos empregados representados pelo SASERS que percebam salário maior que piso estabelecido nesta Convenção Coletiva, também será aplicado o reajuste de 11,11% (onze vírgula onze porcento).

Esta foi a maior negociação de reajuste salarial obtida junto ao Sindicato Patronal que representa as entidades culturais, recreativas, de assistência social, de orientação e formação profissional do Estado. O Sindicato majoritário SENALBA fechou sua Convenção Coletiva com o Índice integral do INPC do período e sem ganho real para a mesma data base 1º de abril.

Contribuição assistencial

A Contribuição Assistencial, com fundamento na Constituição Federal, art. 8º, incisos III e IV, e na CLT, art. 513, alínea “e” , segundo decisões tomadas em Assembleia Geral Extraordinária, será descontada para o SASERS a quantia equivalente a 1/30 (um trinta avos) da remuneração já reajustada pela presente Convenção, na folha de pagamento do mês de junho de 2016 para os assistentes sociais sindicalizados ao SASERS. Será descontada para o SASERS quantia equivalente a 2/30 (dois trinta avos) da remuneração já reajustada pela presente Convenção, na folha de pagamento do mês de junho de 2016 para os assistentes sociais não sindicalizados ao SASERS.

Fica assegurado aos empregados, NÃO SINDICALIZADOS, o direito de se oporem aos referidos descontos mediante carta de oposição, de próprio punho – à caneta, o qual deverá constar obrigatoriamente a extensão de seu pedido com a transcrição integral do nome e CPF, devendo ser entregue ao SASERS, no prazo de até 10 (dez) dias contados a partir da data de validade da presente Convenção Coletiva de Trabalho (art. 614, 1º da CLT), ou seja, a partir 3 (três) dias após seu arquivamento e registro junto a Delegacia Regional do Trabalho, conforme, ainda, dispõe a ordem de serviço nº 01, de 24 de março de 2009, editada pelo Ministro do Trabalho e Emprego e publicada no Boletim Administrativo nº 06-A de 26.03.2009. A carta de oposição possui caráter pessoal e intransferível, razão pela qual o SASERS não receberá oposições entregues por terceiros, mesmo que de posse de procuração.

Clique aqui para consultar o Instrumento da Convenção Coletiva

Fonte: SASERS

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Publicado em Sindical | Deixar um comentário