MARUN OUVE PROPOSTAS DAS CENTRAIS SOBRE A MP DA REFORMA TRABALHISTA

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Em reunião com as entidades, deputado disse que levará os principais itens para discussão junto à Casa Civil e ao Ministério do Trabalho

Na reunião desta sexta-feira (04) entre a CSB e as centrais UGT, Força Sindical e Nova Central com o deputado federal Carlos Marun (PMDB-MS), vice-líder do governo na Câmara, as entidades cobraram o cumprimento do acordo feito pelo governo com os senadores em relação aos pontos polêmicos da Lei 13.467/17, da reforma trabalhista. O parlamentar se comprometeu a abrir o diálogo sobre os temas e fazer a intermediação junto ao governo e no Congresso.

Carlos Marun disse que o respeito que conquistou dentro da Casa ajudará na mediação. “Essa reunião não vai ser em vão. Alguma coisa boa vai sair disso aqui. Vou dialogar com os ministros semana que vem. Na semana que vem eu falo com o Ronaldo [Nogueira] e o [Eliseu] Padilha”, afirmou o deputado em referência aos dois ministros que estão articulando a construção da MP no Ministério do Trabalho e na Casa Civil, respectivamente.

Durante o encontro, que aconteceu na sede do Sindpd, em São Paulo, Antonio Neto explicou ao deputado os sete itens que afetam diretamente a vida e a representação dos trabalhadores. O presidente da CSB disse a Marun que o trabalho das gestantes e lactantes em locais insalubres, os acordos individuais para a jornada de 12 por 36 horas, o trabalho intermitente, a eleição dos representantes dos empregados, a homologação das verbas rescisórias, a terceirização e a contribuição sindical são questões fundamentais que precisam constar na Medida Provisória do Executivo.

“Esses sete pontos para nós são preponderantes. Infelizmente, por pressões, o que tem sido dito e acordado não foi feito. Isso nos deixa inseguros. Para nós, é importante abrir um canal de negociação. Precisamos fazer a MP para corrigir os problemas e também o custeio”, disse Neto.

No encontro, que também teve a participação do DIEESE, os dirigentes sindicais destacaram a unidade das centrais no levantamento dos sete graves pontos. Na opinião dos sindicalistas, as entidades estão coesas nestas questões e querem que o governo cumpra com o compromisso que fez durante a tramitação da reforma no Senado.

Antonio Neto destacou ainda de que maneira os pontos polêmicos afetarão as relações de trabalho. “Não dá para assumir que todas as empresas tenham trabalho intermitente. A questão da jornada 12 por 36 horas tem que regulamentar por convenções coletivas, acordos coletivos. A questão das gestantes é algo lesa-feto. Como fica o feto? Vamos gerar abortos”, criticou Neto, ressaltando que a reforma também vai afetar as contribuições previdenciária e do Fundo de Garantia.

O vice-líder do governo abordou também a abertura de diálogo e a retomada das discussões sobre a reforma da Previdência. Marun afirmou que é preciso debater os pontos do projeto em todas as frentes.

Participaram da reunião das centrais com Carlos Marun o secretário-geral da CSB, Alvaro Egea, dirigentes paulistas da Central, além de Canindé Pegado, secretário-geral da UGT, Geraldino dos Santos Silva, secretário de Relações Sindicais da Força, e Sérgio Luiz Machado, vice-presidente da Nova Central.

Veja a galeria de fotos da reunião

Fonte: CSB

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HISTORIADOR REVELA LAÇOS ENTRE A FILIAL BRASILEIRA DA VOLKSWAGEN E A DITADURA

Historiador revela laços entre a filial brasileira da Volkswagen e a ditadura

O ferramenteiro Lúcio Bellentani, preso e torturado na fábrica da Volkswagen em São Bernardo (SP)

Parecia mais um turno noturno banal para o ferramenteiro Lúcio Bellentani, então com 27 anos, na fábrica da Volkswagen em São Bernardo do Campo (SP). Mas naquela noite de 29 de julho de 1972 ele foi abordado por um grupo armado de agentes do Departamento de Ordem Política e Social (Dops) e seguranças patrimoniais da empresa em plena linha de produção.

Membro do Partido Comunista Brasileiro (PCB) e funcionário da VW desde 1964, Bellentani foi levado para uma sala do departamento pessoal da empresa. A tortura começou ali mesmo –sob olhar do próprio chefe da segurança da VW e de outros funcionários. “Queriam saber de outros para eu delatar. Levei socos, tapas e pontapés.”

Bellentani, hoje com 72 anos, foi levado para a sede do Dops em São Paulo e permaneceu mais de 40 dias sem contato com sua família. A empresa também não fez questão de avisar sua mulher sobre o que havia acontecido. Ele só sairia da prisão um ano e meio depois.

O caso é um de mais de uma centena de episódios que estão sendo analisados por um historiador contratado pela matriz alemã da Volkswagen. O objetivo: desnudar a colaboração da filial brasileira com a repressão do regime militar (1964-1985).

“Existia uma cooperação regular entre as equipes de segurança industrial da VW do Brasil e as forças policiais do regime”, disse à Folha o historiador Christopher Kopper, da Universidade de Bielefeld, que assumiu a função em 2016. O trabalho foi iniciado na esteira de revelações da CNV (Comissão Nacional da Verdade), que apontou os laços da empresa com o regime. Ele deve apresentar até setembro um relatório de conclusões.

COLABORAÇÃO

Segundo o historiador, seguranças da VW costumavam espionar conversas e armários dos funcionários em busca de “subversivos”. Eles também auxiliavam em prisões e elaboravam relatórios regulares sobre os empregados –Kopper localizou mais de duas centenas desses documentos nos arquivos do Dops, que também possuía dados sobre funcionários que só poderiam ter sido coletados pela empresa.

Um dos relatórios, por exemplo, descreve a descoberta de panfletos com conteúdo comunista em um banheiro. “Eles não se limitavam a apenas registrar isso, mas também informavam a polícia política”, disse Kopper. “Não é por acaso que tantos dados estão no Dops.”

Outro documento, de 1980, cita um relato feito por um segurança da empresa que acompanhou um discurso do então dirigente sindical Luiz Inácio Lula da Silva a funcionários da VW. O futuro presidente havia advertido os operários de que eles provavelmente estariam sendo monitorados pela empresa, em especial pelo ex-coronel Adhemar Rudge, o chefe da segurança que participou da prisão do operário Bellentani.

“Dentro da Volks, (…) a segurança fica de olho em vocês, através de um circuito de televisão, e o coronel Rudge fica o dia inteiro vendo vocês trabalhando”, disse Lula na ocasião. Rudge foi responsável pela segurança da fábrica em São Bernardo do Campo entre 1969 e 1991–em depoimento ao Ministério Público Federal em 2016, ele negou espionar empregados e disse que a segurança só cuidava do patrimônio.

Ainda de acordo com Kopper, a empresa elaborava “listas negras” de funcionários que participavam de greves, que eram compartilhadas com outras empresas do ABC. Demitidos, os operários dificilmente encontravam emprego.

Mais de cem pessoas foram prejudicadas dessa forma. Dez, incluindo Bellentani, foram presas pelo regime –sete foram condenadas. “A VW do Brasil permitiu essas prisões. E é possível que a segurança, ao relatar seus achados sobre material comunista, tenha ainda ajudado a polícia a identificar essas pessoas”, disse Kopper. “Não havia nenhuma obrigação legal de fazer isso, então a colaboração foi voluntária”, disse.

REPERCUSSÃO

Inaugurada em 1959, a fábrica em São Bernardo foi a primeira da VW fora da Alemanha. Rapidamente se tornou a maior empresa privada da América Latina. No auge, a fábrica empregava 23 mil pessoas. No final dos anos 50, Friedrich Schultz-Wenk, presidente da VW do Brasil, se gabou em uma entrevista da disciplina dos funcionários. “É impressionante como o temperamento dos brasileiros se adaptou ao jeito alemão”, disse. Em 1964, os representantes da empresa no Brasil apoiaram o golpe.

Os laços da montadora com o regime militar já haviam sido abordados pela CNV. No momento, um inquérito é conduzido pelo MPF. Ele tem como parte ex-operários que desejam reparações.

A história ganhou repercussão na Alemanha nos últimos dias graças a uma série de reportagens das emissoras NDR e SWR e do jornal “Süddeutsche Zeitung”. Recentemente a empresa já havia sido alvo da imprensa após se envolver em um grande escândalo de manipulação de níveis de emissão de poluentes.

Não foi a primeira vez que a VW teve que lidar com seu passado. Fundada no regime nazista como uma estatal, a empresa empregou milhares de trabalhadores escravos durante a Segunda Guerra Mundial. Em 1998, concordou em indenizá-los.

Oficialmente, a matriz, que fica em Wolfsburg, ainda aguarda a publicação do relatório de Kopper para se posicionar sobre seu passado no Brasil. “No momento, temos que esperar para ver”, disse um porta-voz. Procurados pelos jornalistas alemães, alguns antigos executivos rechaçaram as acusações. “Não há coisas mais importantes para nos preocuparmos do que o passado do Brasil?”, disse Carl Hahn, ex-membro do Conselho da VW do Brasil nos anos 60 e 70 e depois presidente da matriz.

Kopper afirmou que é provável que a matriz não tivesse conhecimento do que se passava na fábrica do Brasil durante a maior parte do regime. Mas isso mudou em 1979, quando um grupo de operários brasileiros foi até Wolfsburg durante um congresso para confrontar o então presidente da empresa, Toni Schmücker, sobre as prisões.

“A VW sempre deu muita autonomia para sua filial brasileira. Por que iriam se preocupar com uma unidade tão lucrativa? Isso só muda a partir de 1979, quando Wolfsburg passa a olhar o que estava acontecendo. A partir daí, a VW do Brasil passou gradualmente a permitir a organização sindical, mesmo ainda sob o regime”, disse Kopper.

Kopper, que já elaborou livros sobre a relação de banqueiros com o nazismo, sugere que a Volkswagen deve pedir desculpas pelo seu papel durante o regime militar.

O operário Bellentani afirma que ele e colegas prejudicados desejam principalmente reconhecimento. “Não é uma questão de indenização. Queremos que empresa diga ‘nós erramos, não deveríamos ter sustentado esse regime’, queremos que essa história seja reconhecida”, disse.

DE FORA

Kopper deve deixar de fora do relatório uma acusação repetida há anos que envolve a VW e o nazista Franz Paul Stangl, antigo comandante dos campos de extermínio de Treblinka e Sobibor. Enquanto foragido, ele trabalhou na unidade de São Bernardo por oito anos até ser preso em 1967.

Para Kopper, apesar de ser escandaloso que a VW tenha contratado o austríaco Stangl, ele nunca passou de um mero chefe de setor na fábrica e não tinha relação com a segurança.

Fonte: Folha de S. Paulo

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MAIS DE 5 MIL SERVIDORES SÃO CONTRA PACOTE DE MALDADES DA PREFEITURA DE PORTO ALEGRE (RS)

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Administração pública não quer reajustar salários e pretende retirar direitos já conquistados pela categoria

Em protesto contra o pacote de maldades encaminhado pelo prefeito Nelson Marchezan (PSDB/RS) à Câmara de Vereadores na semana passada, mais de 5.500 trabalhadores mobilizaram-se, na última segunda-feira (31), em frente ao prédio da prefeitura de Porto Alegre. Na manifestação, professores, assistentes sociais, médicos, enfermeiros, profissionais do transporte público, entre outros, reivindicaram a derrubada dos projetos do prefeito e expressaram sua insatisfação com o aumento da contribuição previdenciária dos servidores, já aprovado em julho.

De acordo com a 1ª secretária da Mulher Trabalhadora da CSB e presidente do Sindicato dos Assistentes Sociais no estado do Rio Grande do Sul (SASERS), Eliane Gerber, “os municipários vêm sendo bombardeados por decisões que precarizam os trabalhadores desde o início do governo com a retirada de avanços históricos dos servidores públicos”. Ainda segundo a dirigente, as propostas do Poder Executivo Municipal incluem o parcelamento de salários e do 13º, a privatização do Departamento Municipal de Água e Esgostos (Dmae), o fim da integração nas passagens de ônibus e dos adicionais por tempo de serviço (gratificação de até 25% quando o servidor completa 25 anos de trabalho).

“[O problema] é que a administração pública não dialoga. O prefeito não debate com os sindicatos. Ele vai para a mídia e faz um discurso que, na minha opinião, acirra mais os ânimos da população ao chamar o municipário de moleque e baderneiro em vez de criar um clima ameno, de diálogo e aproximação. Na véspera do ano letivo, por exemplo, ele baixou uma série de regras que afetava o funcionamento das escolas. Já na área da assistência social, ele tem reduzido o número de Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) e os Especializados (CREAS)”, apontou Gerber.

Os funcionários públicos também reivindicaram a reposição inflacionária dos salários em 2017 e a volta da alíquota de contribuição à Previdência Social de 14% para 12% – a elevação não foi analisada pelo Previmpa, o Conselho de Previdência Social dos Municipários de Porto Alegre antes de ser aprovada, o que, para a dirigente, mostra que a prefeitura tem relegado os direitos dos trabalhadores.

“Com essas propostas e atuação, a administração vende a ideia de que força de trabalho não é importante. Falta gerenciamento na cidade. Eles querem retirar o benefício do triênio, pelo qual o servidor ganha uma bonificação de 5% a cada três anos, para implantar o quinquênio com um percentual de 3%, mas não apontam nenhuma política para contribuir ao desenvolvimento do município de Porto Alegre”, destaca a sindicalista.

O protesto dos municipários da capital do Rio Grande do Sul recebeu apoio de diversas lideranças políticas, entre elas: das centrais sindicais, de deputados estaduais e de vereadores.

Fonte: CSB

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EM CAMPINAS, CSB SÃO PAULO ORGANIZA OS SINDICATOS CONTRA OS RETROCESSOS DA REFORMA TRABALHISTA

Em Campinas, CSB São Paulo organiza os sindicatos contra os retrocessos da reforma trabalhista

Terceiro encontro da regional debateu a ação das entidades na defesa dos direitos e a união da Central e suas bases

As consequências da reforma trabalhista e o fortalecimento dos sindicatos pautaram o terceiro encontro da CSB São Paulo. Realizada nesta quarta-feira (02), em Campinas, interior paulista, na sede regional do Sindicato dos Trabalhadores em Processamento de Dados e Tecnologia da Informação do estado de São Paulo (Sindpd), a reunião contou com a presença de dirigentes de sindicatos da região e também discutiu a organização do Congresso Estadual da Central.

Segundo Igor Tiago Pereira, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Itatiba, a organização dos sindicatos é fundamental para combater os retrocessos da reforma trabalhista (Lei 13.467).

“Os sindicatos estão apreensivos. Querem saber como está o posicionamento da CSB sobre isso. Esclarecemos pontos importantes reforma, da participação dos sindicatos nesse processo. Algumas coisas vão mudar, mas os sindicatos vão continuar a ser fundamentais”, explicou Pereira na reunião.

O encontro contou com representantes dos metalúrgicos, servidores públicos, de profissionais de cooperativas médicas, de tecnologia da informação, trabalhadores rurais e empregados de agentes autônomos do comércio, assessoramento e serviços contábeis.

A 1ª secretária-geral da CSB, Maria Aparecida Feliciani, afirmou que as reuniões da CSB São Paulo são importantes para aproximar ainda mais a Entidade das bases, com o objetivo de construir um congresso estadual de sucesso. A dirigente também destacou a participação da Central na orientação dos sindicatos.

“Essas reuniões são importantes, principalmente para esclarecer as dúvidas sobre a reforma trabalhista. Todo mundo se interessa em saber sobre as mudanças. Todos os dirigentes estão querendo saber como agir nos sindicatos agora com a reforma. A participação foi muito interessante. Isso nos fortalece ainda mais para o nosso congresso”, argumentou a 1ª secretária. O Congresso Estadual da CSB SP acontece entre os dias 24 e 27 de outubro, na capital paulista.

A CSB já realizou outros dois encontros, em Araçatuba e Presidente Prudente. Leia abaixo a cobertura.

Encontro Regional em Araçatuba debate as reformas e o Congresso da Seccional São Paulo

Em encontro regional, dirigentes se reúnem para discutir as reformas e o Congresso Estadual da CSB São Paulo

Os diretores do Sindpd em Campinas Loide Belchior, Mirian Kronka e Abaitaguara do Amaral também participaram do encontro da CSB São Paulo.

Fonte: CSB

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SEM SINAL DE NEGOCIAÇÃO, SINTARC VOLTA A FAZER MANIFESTAÇÕES EM FRENTE AOS HOSPITAIS DE FORTALEZA

Sem sinal de negociação, SINTARC volta a fazer manifestações em frente aos hospitais de Fortaleza

Novos atos se concentraram em frente ao Hospital Monte Klininkun e à Clínica Boghos Boyadjian

Em busca de um acordo coletivo justo para a categoria, o Sindicato dos Técnicos e Auxiliares em Radiologia do Estado do Ceará (SINTARC) voltou a fazer manifestações em frente a hospitais e clínicas da capital cearense. Na última terça-feira (1), os dirigentes da entidade estiveram na Clínica Boghos Boyadjian e nesta quinta-feira (3), a concentração foi em frente ao hospital Monte Klininkun. Mesmo com estes atos, o setor patronal não se mostrou disposto a uma negociação favorável aos trabalhadores.

Segundo a presidente do SINTARC, Anemery Ramalho Martins de Morais, a entidade que representa os patrões mantém os 5% oferecidos inicialmente, mas alguns hospitais mostraram boa vontade para conceder um reajuste maior.

“Os patrões estão começando a sinalizar o interesse em reajustar, independente do fechamento da convenção. Duas empresas já anteciparam o aumento com percentual de 5,5% e estão comprometidos a apresentar a diferença após a convenção fechada”, disse a presidente, que garantiu que a entidade vai entrar com pedido de dissídio coletivo caso a situação não se resolva até a próxima semana.

Os trabalhadores têm demonstrado total apoio ao sindicato.

“Os colegas que estavam trabalhando nos cumprimentaram e parabenizaram pelo movimento. Todos acham que a causa é importante e acreditam que nós vamos lograr êxito através dessas manifestações”, completou Anemery.

A má vontade da entidade patronal com os técnicos e auxiliares em radiologia não tem refletido na negociação com as outras categorias.

“Temos informações seguras que esse mesmo patrão que nos oferece apenas 5% já fechou com índices de 6% e 6,5% com outras categorias, e nós estamos pedindo 6%”, informou a presidente.

Segundo Anemery, a força dos sindicatos é fundamental para garantir as conquistas.

“Fazemos questão de dizer aos trabalhadores que mesmo com a traição dos políticos com a aprovação desta reforma cruel, desumana e que retira direitos históricos, o sindicato não vai abaixar a cabeça e nem vai fugir à luta. Mesmo com as reformas, os sindicatos permanecerão fortes e continuarão lutando pelos direitos dos trabalhadores deste país”, finalizou.

Um novo ato está marcado para a próxima quinta-feira (10), às 8h, em frente ao Hospital São Matheus, em Fortaleza.

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SINGMEC ENCAMINHA OFÍCIO COM DEMANDAS DOS GUARDAS MUNICIPAIS À PREFEITURA DE HORIZONTE, NO CEARÁ

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Documento foi organizado durante reunião na sede da CSB do estado na última terça-feira (1º)

Nesta quarta-feira (2), o Sindicato dos Guardas Municipais do Estado do Ceará (SINGMEC), entidade filiada à CSB, encaminhou à prefeitura de Horizonte, cidade cearense, ofício protocolado com as demandas da categoria (veja aqui).

Entre as principais solicitações está a adequação da Guarda Municipal de Horizonte à Lei 13.022/2014, que dispõe sobre o Estatuto Geral. “A Guarda Municipal não tem comando próprio, quem comanda são pessoas alheias aos quadros da instituição”, afirmou o 1° secretário de Segurança da CSB Ceará e presidente do sindicato, Gleilson Cunha.

A lei prevê que todos os cargos comissionados sejam ocupados por servidores de carreira; que a guarda deve ser subordinada ao chefe do poder executivo; e aprovação de Plano de Cargos, Carreira e Salário, entre outros pontos.

O documento pede também o pagamento do risco de vida ou periculosidade, conforme previsto no Art. 78° do Estatuto dos Servidores Municipais de Horizonte. “O direito é previsto por lei, no entanto a prefeitura nunca pagou”, afirmou o dirigente.

Segundo Cunha, há falta de fardamento e equipamento de proteção individual, como coletes e algemas. “A Guarda é um órgão de segurança pública, e os servidores sem estarem bem treinados e equipados estão sujeitos a situações de risco em decorrência ao alto índice de criminalidade da cidade”, analisou.

Por fim, o ofício aponta a necessidade de auxílios alimentação e transporte. O documento foi organizado durante reunião na sede da CSB do estado na última terça-feira (1º) com os guardas municipais.

Na ocasião, os presentes foram recepcionados pelo vice-presidente da CSB Francisco Albuquerque Moura. “A nossa sede está à disposição de nossos sindicatos filiados e parceiros”, reforçou o dirigente, que também é presidente da Seccional CE.

Fonte: CSB

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COM A PRESENÇA DE AUTORIDADES, DIRETORIA ELEITA TOMA POSSE NO SINDSERJ

Com a presença de autoridades, diretoria eleita toma posse no SINDSERJ

Liderada por Letícia França, a chapa venceu com mais de 70% dos votos válidos

Eleita com mais de 70% dos votos válidos, em um processo que aconteceu no último dia do mês de junho, a diretoria do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Joviania (SINDSERJ), liderada por Letícia França, tomou posso na noite da última segunda-feira (31), na sede da entidade. O evento contou com a presença de trabalhadores da categoria, autoridades municipais e do presidente da Seccional Goiás da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), Sandro Jadir.

Em sua reeleição, Letícia deixou claros os planos para o próximo mandato, que deve ir até 2021.

“Pretendemos continuar lutando pela manutenção dos direitos dos servidores, por melhorias nos locais de trabalho, continuar com nosso apoio jurídico, reivindicar que as propostas do sindicato que foram assinadas pelo prefeito sejam realizadas, ampliar convênios com o comércio,  dar palestras sobre temas importantes para a categoria, fornecer mais cursos para os sindicalizados e familiares, promover a participação da entidade em conferência e congressos de âmbitos regionais, nacionais e internacionais, sempre objetivando o progresso e o fortalecimento  do sindicato e da categoria. Além disso queremos promover uma campanha de sindicalização e capacitar e informar os dirigentes sindicais”, falou a presidente.

Na oportunidade, Sandro Jandir parabenizou a diretoria eleita e reiterou a importância dos trabalhadores continuarem mobilizados contra as tentativas de retirada de direitos.

“Ressalto a determinação, competência e liderança da presidente Letícia e desejo muito sucesso na nova gestão. Reforço também a necessidade de continuarmos mobilizados contra as reformas e contra o desmonte do movimento sindical promovido pelo presidente Michel Temer. Conclamamos todos à unidade e manutenção do compromisso e comprometimento com o sistema sindical, as bandeiras que defendemos e os associados que representamos”, falou Jadir.

Ainda segundo Letícia, ter ao lado uma entidade como a CSB dá mais tranquilidade e segurança na continuidade pela luta do trabalhador.

“Ter a CSB ao lado é muito importante, pois as pessoas não têm muito interesse em conhecer o sindicalismo. Nossos opositores não imaginavam que nosso sindicato tinha parceria com entidades de grau superior. Essa parceria fortaleceu e fez com que nosso sindicato fosse mais respeitado”, finalizou a presidente do o sindicato, que representa 230 trabalhadores.

Também estiveram presentes na posse o prefeito do município, vereadores, secretários municipais e presidentes de outras entidades sindicais.

Fonte: CSB

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CSB CEARÁ RECEBE PLENÁRIA DE FÓRUM DE ENTIDADES DE SERVIDORES ESTADUAIS

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Encontro foi marcado pelos preparativos da viagem à Itapipoca, que acontecerá no dia 16 de agosto

A sede da CSB no Ceará abriu as portas para a plenária do Fórum Unificado das Associações e Sindicatos dos Servidores Públicos Estaduais do Ceará (Fuaspec). A reunião foi realizada nesta quarta-feira (2), às 10h, e contou com a participação do Sindicato dos Servidores da Agência de Defesa Agropecuária do Ceará (Sindagri), entidade filiada à Central.

Os dirigentes foram recepcionados pelo vice-presidente da CSB Francisco Albuquerque Moura. “A nossa sede está à disposição de nossos sindicatos filiados e parceiros”, reforçou o dirigente, que também é presidente da Seccional CE.

O encontro foi marcado pelos preparativos da viagem à Itapipoca, que acontecerá no dia 16 de agosto. O Fórum iniciará uma série de reuniões regionais. “Serão discutidos assuntos como previdência, reforma trabalhista, saúde do servidor e campanha salarial 2017/2018, além de assédio moral”, afirmou o diretor de Mobilização da CSB Ceará e vice-presidente do Sindagri, Dimas Oliveira.

A plenária também debateu a reestruturação do Instituto de Saúde dos Servidores do Estado do Ceará (ISSEC). Segundo o diretor, o governo diminuiu recursos destinados ao Instituto e à saúde dos servidores. “Isto tem provocado um aumento considerável de servidores com licenças médicas e mortes por falta de atendimento. Estamos propondo uma fonte de recurso exclusiva para este fim. A ideia é destinar parte do Imposto de Renda Pessoa Física dos servidores, que é receita para Estado, para custeio e manutenção do Instituto”, diagnosticou.

Além do Sindagri, estavam presentes as entidades SSEEC, ASPRAMECE, MOVASE, SINDETRAN, ASCEMESC, SENGE, SINTBEM, ASSDTS, ASSOFI e ASSECULT.

Fuaspec

Fundado em 2007 e composto por 30 entidades, o Fuaspec é um canal de negociação direto com o Governo do Estado. Foi instituto pela Lei 13.931, que também criou a Mesa Estadual de Negociação Permanente (MENP), que determina três reuniões por ano entre o Fórum e o Executivo estadual.

Fonte: CSB

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SINDICATO DOS TRABALHADORES NA MOVIMENTAÇÃO DE MERCADORIAS EM GERAL DE NOVO DIAMANTINO/MT REELEGE DIRETORIA

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Entidade terá como bandeira de luta o combate à terceirização e à precarização

O Sindicato dos Trabalhadores na Movimentação de Mercadorias em Geral de Novo Diamantino reelegeu a diretoria comandada por Plínio Benedito de Arruda. O dirigente estará à frente da entidade por mais três anos.

A chapa única foi eleita no dia 30 de julho com 68 votos. O secretário-executivo, Claudio Pereira da Silva, afirmou que as bandeiras de luta do sindicato para os próximos anos serão o combate à terceirização indiscriminada, o fim da precarização e também o trabalho de buscar apoio do Ministério do Trabalho para que haja mais fiscalização nos postos de trabalho da categoria.

WhatsApp Image 2017-07-31 at 17.16.43“Neste ano iremos lutar para conseguir o reajuste salarial de 8% para os movimentadores. Também gostaria de agradecer o apoio da CSB na nossa eleição. Esta é a única entidade que representa a nossa categoria”, disse.

Segundo o 1º secretário de Finanças da CSB e presidente da Federação Interestadual dos Trabalhadores na Movimentação de Mercadorias em Geral (Feintramag), José Lucas da Silva, essa reeleição é muito importante para os movimentadores. “Uma diretoria que goza de respeito de todos trabalhadores da categoria”, avaliou.

Fonte: CSB

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CSB QUESTIONA REFORMA DA PREVIDÊNCIA EM AUDIÊNCIA NO SENADO

CSB questiona reforma da Previdência em audiência no Senado

A sessão, realizada nesta terça-feira (1º), foi promovida pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa

O vice-presidente da CSB Flávio Werneck integrou a mesa diretiva da audiência pública que debateu as reformas previdenciária e trabalhista do governo. Promovida pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa, a sessão foi realizada nesta terça-feira (1º), às 9h, no Senado Federal.

Em discurso, o dirigente declarou que a proposta de novo modelo para a Previdência segue pelo caminho errado. “A proposta está retirando direitos da população brasileira, reduzindo benefícios, ao invés de buscar o verdadeiro cerne da questão que é a manutenção desses direitos e como vamos fazer para incrementar a nossa entrada de valores para pagamento”, afirmou Werneck.

“Não há déficit na Previdência e, mesmo se houvesse, ela é uma malha de proteção brasileira, constitucionalmente colocada. E, se ela é uma malha de proteção da população brasileira, temos que buscar crédito para mantê-la e, se possível, ampliá-la, combatendo sonegações e eventuais crimes cometidos, dando condições a todos os órgãos responsáveis fazerem as devidas auditagens para detectar prejuízos cometidos”, pontuou.

Para aumentar a arrecadação, o vice-presidente afirma que é preciso regulamentar o imposto sobre grandes fortunas, já previsto na Constituição Federal. “Por que todos nós pagamos a mesma alíquota de imposto de um grande empresário brasileiro, que joga tudo no CNPJ e não paga imposto de pessoa física? Por que não está sendo discutida essa regulamentação como incremento de receita? Por que não se discute o ganho de lucros de banco de valores?”, questionou.

Na audiência, a CSB também foi representada pelo vice-presidente Leandro Allan.

Aposentadoria especial

A aposentadoria especial também pautou a discussão. O secretário-geral da Federação Nacional de Radiologia, Ubiratan Gonçalves Correia, relatou a condição de trabalho da categoria. “Os profissionais de radiologia expõem a sua vida ao mais alto risco dentro dos graus de periculosidade e de insalubridade porque nos hospitais você tem ‘n’ problemas de saúde, você convive com tudo o que se possa pensar, mas mais do que isso nós convivemos com a fonte de radiação ionizante que é o que mais mata no segmento da saúde, infelizmente”, ressaltou.

Ainda sobre a modalidade especial, a senadora Fátima Bezerra (PT-RN) disse que “não é privilégio nem mordomia”. “Privilégios, mordomias são os altos salários que os parlamentares, que os juízes, que o alto escalão do Ministério Público recebem”, exemplificou.

Embate

Na avaliação do senador Paulo Paim (PT-RS), a discussão nesse momento é de suma importância porque é “inegável” que as reformas encaminhadas pelo governo Temer trazem prejuízos enormes para os trabalhadores.  “O debate da reforma trabalhista não terminou, vamos debater cidade a cidade. O enfrentamento vai ser à altura do banditismo que é essa reforma da Previdência”, afirmou.

Segundo o senador Hélio José (PMDB-DF), relator da CPI da Previdência, comissão que investiga ilegalidades, esse é hora de reunir esforços. “O nosso compromisso é demonstrar as contas reais da situação doa a quem doer”. O parlamentar frisou que nas apurações da Previdência há “contas totalmente contraditórias, com somas inconstitucionais, somando coisas que não são somáveis”.

Omissão do Senado

A senadora Regina Sousa (PT-PI) lembrou que os congressistas abriram mão de legislar. “O problema é que as reformas chegam prontas, tanto é que o Senado não pôde mudar uma vírgula na reforma trabalhista. E vai vir a previdenciária sem o Senado poder mudar uma vírgula também. Quando você diz que o negociado vale sobre o legislado, você está dizendo que lei não vale nada”, condenou.

Fonte: CSB

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Publicado em Política, Sindical | Deixar um comentário