1ª JORNADA DO SINFA/MA PASSA PELA CIDADE DE VIANA

1ª jornada do SINFA/MA passa pela cidade de Viana

Encontro, que deve passar por 18 regiões do Maranhão, tem o objetivo de fortalecer a base nas lutas sindicais

A primeira edição da Jornada do Sindicato dos Servidores da Fiscalização Agropecuária do Estado do Maranhão (SINFA/MA) passou, no último sábado (29), pela cidade de Viana, 220 km da capital São Luís.

A regional da entidade atende 13 municípios do estado e fez por meio da dinâmica participativa um debate com a base sobre o movimento sindical. Nesses encontros, os servidores filiados entendem o que é um sindicato, como funciona a estrutura sindical, as centrais e federações, Além de entender o que é um estatuto, como ele funciona, como se dão as relações de negociação, como funciona as assembleias, como é feita as mobilizações e articulações na base.

Segundo o presidente do SINFA/MA, Saraiva Junior, antes de receber a jornada, as regionais participam de reunião nas quais são discutidas a atual conjuntura brasileira, como a reforma trabalhista e o teto de gastos públicos, representado pela Emenda Constitucional 95. A conjuntura estadual, em especial o problema da falta dos concursos públicos, também faz parte da pauta.

“Durante essas reuniões falamos do impacto da reforma trabalhista e como o teto de gastos tem influência nas contas públicas. Na pauta estadual falamos da boa situação que o estado do Maranhão está passando, ao contrário de outros estados. E mesmo assim, o governador ignora os servidores no diálogo para poder dar o reajuste anual, além de não fazer concursos públicos. Temos uma deficiência de concurso muito grande, e esse foi um dos pontos da greve que fizemos, de 36 dias, em 2016. Existem estudos determinando onde tem necessidade de servidores.  O estado anuncia o concurso e acaba não fazendo”, disse o presidente, que garante que esses eventos preparam a base para um embate mais qualificado nos pleitos sindicais e desmistificam alguns temas.

“Neste trabalho que vem sendo feito, nossa ideia é que a gente saia com a base fortalecida, mais consciente da luta e que a gente venha para um embate com mais qualidade. Porque entendendo os motivos da luta, a nossa perspectiva é que as pessoas venham com mais força”, completou.

A base da entidade, que conta com mais de 315 trabalhadores, tem conhecido o nome da CSB, pois durante a jornada é explicado o perfil da Central e os motivos que levaram o sindicato a se filiar à Entidade.

Com um total de 18 encontros, a jornada deve passar por todas as regionais até o final de setembro.

As próximas reuniões estão marcadas para as regionais de Rosário, São Luís e Pedreira e previstas para serem realizadas nas duas semanas seguintes.

Fonte: CSB

Compartilhe:
  • Print
  • email
  • PDF
  • RSS
  • Add to favorites
  • Facebook
  • del.icio.us
  • Digg
  • Google Bookmarks
  • LinkedIn
  • MSN Reporter
  • Live
  • Yahoo! Buzz

Post to Twitter

Publicado em Sindical | Deixar um comentário

CONSELHO ESTADUAL DE TRABALHO E RENDA INICIA DEBATES SOBRE O PISO SALARIAL DO RIO DE JANEIRO

Conselho Estadual de Trabalho e Renda inicia debates sobre o piso salarial do Rio de Janeiro

No encontro também foram debatidas as ações do Observatório de Emprego e Renda do Estado

O Conselho Estadual de Trabalho e Renda do Rio de Janeiro (CETERJ) se reuniu, no último dia 27 de julho, para debater as ações do Observatório de Emprego e Renda do Estado, definir os membros da Comissão de Saúde e Acidentes de Trabalho, a regularização de representantes das bancadas patronal e laboral do CETERJ e iniciar a discussão sobre o piso estadual.

A CSB participa das reuniões como convidada com direito a voz. Os representantes da Central neste encontro foram Francisco Viana Balbino, secretário-geral do Sindicato dos Técnicos Industriais do Estado do Rio de Janeiro (SINTEC-RJ), e o presidente do Sindicato dos Empregados de Edifícios de Niterói (Seen), José Juvino da Silva Filho.

Balbino explicou que a discussão sobre o piso salarial do Rio de Janeiro irá ser retomada no dia 15 de agosto. “Antes desta reunião, nós da CSB-RJ queremos reunir os representantes das categorias que são afetadas pelo piso estadual e definirmos o nosso posicionamento como Central. Porque esse é o momento de conseguirmos melhorias para os trabalhadores. Não adianta depois que a decisão for tomada recorrer. É agora que temos que nos organizar, articular e defender os interesses da classe trabalhadora”, afirmou.

Segundo Francisco Viana Balbino, é muito importante a participação da CSB nos debates do CETERJ. “Estamos lá como convidados com direito a voz, e a voz quando é bem usada, ela pode conseguir votos que são fundamentais para as categorias que representamos”, disse.

Fonte: CSB

Compartilhe:
  • Print
  • email
  • PDF
  • RSS
  • Add to favorites
  • Facebook
  • del.icio.us
  • Digg
  • Google Bookmarks
  • LinkedIn
  • MSN Reporter
  • Live
  • Yahoo! Buzz

Post to Twitter

Publicado em Política, Sindical | Deixar um comentário

CSB APOIA FRENTE MINEIRA EM DEFESA DA COMPANHIA ENERGÉTICA DE MINAS DE MINAS GERAIS (CEMIG)

CSB apoia Frente Mineira em defesa da Companhia Energética de Minas de Minas Gerais (Cemig)

A CSB, por meio da sua direção nacional, representada pela presidente do SISIPSEMG, Maria Abadia de Souza, participou na manhã dessa segunda-feira, 31/7, de reunião da Frente Mineira de Defesa da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig).  O encontro, realizado na Assembleia Legislativa de Minas (ALMG), teve como objetivo discutir a continuidade das ações para se evitar o leilão de três hidrelétricas da Companhia. A frente foi criada no dia 24/7, com o objetivo de impedir a privatização da empresa pelo governo Temer, que pretende vender metade da capacidade de geração de energia da maior empresa de Minas.

O grupo composto por representantes da Empresa, parlamentares, sindicalistas, empresários, Ministério Público Estadual, Federação das Indústrias, economistas e integrantes de diversos movimentos sociais como o Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), conta também com o apoio da Central do Sindicato Brasileiros (CSB), contra o ataque ao patrimônio dos mineiros.

Desde a criação, os participantes já começaram a colocar em andamento as estratégias planejadas para desencadear uma mobilização no Estado contra a venda das usinas e já conquistaram avanços. O Tribunal de Contas da União deferiu uma medida cautelar solicitada pelo Estado de Minas Gerais, suspendendo a publicação do edital e o leilão, porém, a decisão é temporária e aguarda apenas definições da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), sobre precificação e os moldes do contrato. Mesmo com a medida, a Frente mantem a agenda de enfrentamento, principalmente em Brasília, para tentar barrar definitivamente a possibilidade do leilão.

Entenda o caso

Em 1997, a CEMIG firmou contrato de concessão de geração de energia com o Governo Federal das hidrelétricas de São Simão, Jaguara e Miranda, localizadas no Triângulo Mineiro. A Empresa teria a garantia de renovação automática da concessão por mais 20 anos, se fizesse os ajustes para operações adequadas, o que foi cumprido, com investimentos necessários e atendimento dos requisitos contratuais para fazer jus à renovação das concessões, inclusive, sendo repassado o valor destes investimentos aos consumidores mineiros. Entretanto, o governo Michel Temer, desconsiderou a segurança jurídica garantida no contrato e, visando servir ao capital e ao empresariado, está quebrando o que foi pactuado, criando instabilidade e preocupação aos investidores do setor elétrico nacional, uma vez que a falta de compromisso com a Cemig, pode abrir precedente para que a privatização ocorra também em outros estados.

As três usinas são responsáveis por metade da produção de energia da Companhia, e caso a venda se concretize, reduzirá a capacidade de geração, aumentando o valor da tarifa energética para as empresas e os cidadãos mineiros, que serão penalizados novamente, pois já pagou pelas melhorias nas usinas e pagará novamente, com o aumento da tarifa. Outra preocupação é a saúde financeira da Companhia, uma vez que será limitada a possibilidade de investimentos, desestabilizando economicamente uma das empresas mais tradicionais e que gera mais desenvolvimento ao Estado de Minas Gerais, além disso, a venda das hidrelétricas afeta a geração de centenas de milhares de empregos diretos e indiretos, garantidos hoje pela estatal.

As ações programadas pela Frente

Abaixo-assinados: Estão sendo criados vários documentos pedindo o cancelamento do leilão e a renovação do contrato de concessão. Além do abaixo-assinado escrito, sob responsabilidade dos participantes, está sendo elaborado um documento para assinatura das entidades, outro a ser assinado pelos deputados mineiros que defendem a renovação da concessão e um terceiro documento, que colherá a assinatura dos deputados federais. Além disso, foi disponibilizada petição eletrônica para a assinatura dos cidadãos: Petição Avaaz ao Ministério de Minas e Energia: Não ao leilão das usinas da Cemig!

Frente Parlamentar: Integrantes da Frente comparecerão em Brasília no dia 8 de agosto, data em que deverá ocorrer uma reunião na Câmara Federal pela reativação da Frente Parlamentar Federal em Defesa do Setor Elétrico. A intenção é pressionar os deputados e tentar um encontro com o presidente da Câmara para tratar a continuidade da concessão das usinas à Cemig, além de fomentar a discussão acerca da importância das estatais do setor no Brasil.

Ato público na usina de São Simão: o grupo planeja ainda ato público na usina de São Simão, localizada nos municípios de Santa Vitória (MG) e São Simão (GO), no dia 18 de agosto, com mobilização de moradores da região da usina, membros da Frente e organização de caravanas, além da possibilidade de realização de uma audiência pública no local, para debater a situação com todos os envolvidos e com a população.

Fonte: SISIPSEMG / Liliane Mendes

Compartilhe:
  • Print
  • email
  • PDF
  • RSS
  • Add to favorites
  • Facebook
  • del.icio.us
  • Digg
  • Google Bookmarks
  • LinkedIn
  • MSN Reporter
  • Live
  • Yahoo! Buzz

Post to Twitter

Publicado em Política, Sindical | Deixar um comentário

SINPOL/CE LANÇA CAMPANHA PELA VALORIZAÇÃO DOS POLICIAS CIVIS

SINPOL/CE lança campanha pela valorização dos policias civis

Duas mil camisetas serão distribuídas em apoio à categoria para chamar a atenção do Ceará para a realidade dos trabalhadores

Visando informar a sociedade e chamar a atenção do estado para a desvalorização do trabalhador, o Sindicato dos Policiais Civis de Carreira do Estado do Ceará (SINDPOL/CE) lançou essa semana, em Fortaleza, a campanha “POLÍCIA CIVIL DO CEARÁ: ORGULHO DO QUE FAÇO, VERGONHA DO QUE GANHO”.

Dentro da campanha, a entidade, que representa aproximadamente 2800 trabalhadores em todo estado cearense, vai disponibilizar para policias civis e sociedade civil cerca de duas mil camisetas nesta primeira fase.

Além das camisetas, o SINDPOL/CE vai pedir para todos os participantes da campanha colocarem uma foto vestindo a roupa em suas mídias sociais. No futuro também haverá outdoor e faixas.

Segundo o presidente do sindicato, Francisco Lucas de Oliveira, a desvalorização é tão grande que todo mês existe um alto número de evasões de profissionais. “O governo sempre falava que a insatisfação era só da diretoria do sindicato. Com essa campanha, vamos mostrar que a insatisfação é de toda categoria, que tem recebido muito bem essa nossa proposta. Hoje nós temos um cargo de nível superior para ingresso na polícia civil ganhando menos do que um agente penitenciário, no qual o estado exige nível médio”, falou Oliveira.

Ainda segundo o líder da categoria no estado, o Ceará tem o menor percentual de policiais per capta do Brasil. O estado de Pernambuco, que se assemelha ao Ceará, tem 6 mil policias.

“Na década de 80, a polícia civil tinha uma média de 4 mil servidores para uma população de quatro milhões de pessoas. Hoje nós duplicamos o número de cidadãos e houve uma grande redução [no número de policiais]. E isso tem ligação direta no aumento do nível do crime organizado”, finalizou Oliveira, reiterando que a policial civil cearense tem o pior salário do Nordeste.

Fonte: CSB

Compartilhe:
  • Print
  • email
  • PDF
  • RSS
  • Add to favorites
  • Facebook
  • del.icio.us
  • Digg
  • Google Bookmarks
  • LinkedIn
  • MSN Reporter
  • Live
  • Yahoo! Buzz

Post to Twitter

Publicado em Política, Sindical | Deixar um comentário

SINTSEP ESCLARECE AÇÕES JURÍDICAS PARA TRABALHADORES DE DELMIRO GOUVEIA, EM AL

SINTSEP esclarece ações jurídicas para trabalhadores de Delmiro Gouveia, em AL

Processos dizem respeito à correção nos salários; reunião foi realizada na última quarta-feira (26) no auditório da Fundação SESP

Diretores do Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público Federal no Estado de Alagoas (SINTSEP/AL), entidade filiada à CSB, orientaram servidores do município de Delmiro Gouveia e região a respeito de ações jurídicas de planos econômicos. A reunião foi realizada na última quarta-feira (26) no auditório da Fundação de Serviço Especial de Saúde Pública (Sesp).

As duas ações corrigem salário e ainda não têm parecer favorável. A primeira é sobre reajuste de 47% na folha de pagamento dos servidores do Ministério da Saúde, da Fundação Nacional de Saúde (FUNASA) e do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS).  Em 1994, o governo deixou de implementar plano de carreira para a categoria. “A liminar foi negada e agora segue a ação principal”, afirmou o 2º secretário dos servidores públicos da CSB e secretário-geral do sindicato, Jogelson Veras.

A segunda envolve apenas os trabalhadores da FUNASA. Em 1991, militares receberam reajuste e os civis foram excluídos. Portanto, o SINTSEP pediu à Justiça correção de 84% na folha de pagamento. “Conseguimos a implantação via rubrica, e agora estamos lutando para que o processo vire precatório”, disse o secretário de Comunicação do sindicato, Pedro Soares.

Na reunião, Jogelson Veras ressaltou ainda a importância da interação e do diálogo nas bases do sindicato. O SINTSEP também foi representado pelo secretário de Políticas Externas, Silvestre Lopes, e pelos representantes jurídicos da entidade Luiz Virginio e Johnny Batista.

Fonte: CSB

Compartilhe:
  • Print
  • email
  • PDF
  • RSS
  • Add to favorites
  • Facebook
  • del.icio.us
  • Digg
  • Google Bookmarks
  • LinkedIn
  • MSN Reporter
  • Live
  • Yahoo! Buzz

Post to Twitter

Publicado em Política, Sindical | Deixar um comentário

SERVIDORES DE CARIACICA/ES FAZEM MANIFESTAÇÃO POR REAJUSTE SALARIAL

Servidores de Cariacica/ES fazem manifestação por reajuste salarial

Categoria reivindica reposição inflacionária de 6,5% e aumento no vale-alimentação

No dia 28 de julho,  cerca de 58 servidores de Cariacica/ES fizeram uma mobilização no centro do município que seguiu até a Rodovia BR 262, onde fica a prefeitura da cidade. Os trabalhadores reivindicam o reajuste salarial de 6,5%, que se refere à correção da inflação e ao aumento do vale-alimentação.

A mobilização organizada pelo Sindicato dos Servidores do Município de Cariacica (SINDIMUSC) contou com o apoio da Central dos Sindicatos Brasileiros e da Federação dos Servidores Municipais do Espírito Santo (Fespumees).  Segundo o secretário dos servidores públicos da Central e presidente da Fespumees, Jorge Nascimento, caso a prefeitura não conceda o reajuste, cerca de 8 mil servidores serão afetados. “A partir do dia 11 de agosto, caso não ocorra nenhuma resposta do governo, os trabalhadores entrarão em estado de greve”, explicou.

“O governo diz que o reajuste irá afetar o orçamento da cidade, mas é o governo que tem de diminuir as contratações, os cargos comissionados e cortar os gastos extras da prefeitura. O que não pode é os servidores pagarem essa conta”, afirmou o dirigente.

Fonte: CSB

Compartilhe:
  • Print
  • email
  • PDF
  • RSS
  • Add to favorites
  • Facebook
  • del.icio.us
  • Digg
  • Google Bookmarks
  • LinkedIn
  • MSN Reporter
  • Live
  • Yahoo! Buzz

Post to Twitter

Publicado em Política, Sindical | Deixar um comentário

PELA SOBREVIVÊNCIA DA CATEGORIA, TAXISTAS DO RIO FAZEM MANIFESTAÇÃO HISTÓRICA

Mais de 10 mil trabalhadores tomaram as ruas da capital contra os aplicativos de transporte irregular de passageiros

Desde as primeiras horas desta quinta-feira (27), taxistas do Rio de Janeiro estiveram mobilizados nas ruas da capital fluminense para protestar contra os aplicativos de transporte particular de passageiros, como o Uber. As manifestações foram organizadas pelo Sindicato dos Taxistas Autônomos do Município do Rio de Janeiro (STAMRJ), entidade filiada à CSB, para condenar a operação dos aplicativos irregulares e o decreto que regulamenta o transporte com carros particulares. Cerca de 5 mil táxis amarelos participaram do ato, que contou com mais de 10 mil trabalhadores.

Os taxistas querem que o município descredencie os aplicativos 99 e Easy, uma vez que ambos operam a mesma plataforma para táxi e transporte particular; a prorrogação do prazo da vida útil dos veículos de seis para oito anos; fiscalização nos aplicativos que não possuem liminar para operar; posicionamento sobre o uso do taxímetro virtual; intensificação da fiscalização contra o estacionamento irregular nos arredores dos aeroportos Santos Dumont e Tom Jobim; fim do taxímetro virtual utilizado pelos aplicativos, que impõe a bandeira 1 em horários da bandeira 2, o que retira do taxista o direito ao seu adicional noturno; ação da prefeitura sobre a sonegação fiscal dos últimos 5 anos dos aplicativos e de seus motoristas.

Conforme definido em reunião entre o Sindicato e o Centro de Operações do município, as carreatas foram acompanhadas por batedores da Guarda Municipal e saíram de vários pontos da cidade em direção à prefeitura, na Cidade Nova, no Centro, passando pela Av. Brasil, Estrada do Galeão, Linha Vermelha, Av. Dom Hélder Câmara, Av. das Américas e Túnel Rebouças. Manifestações aconteceram em Copacabana, Barra da Tijuca, Del Castilho, Rodovia Presidente Dutra, Campo Grande, Realengo, Ilha do Governador, Tijuca e Irajá antes de os trabalhadores seguirem para a sede do governo municipal.

Dirigentes informavam a todo momento a população, em cima do carro de som, sobre as reivindicações da categoria, além de alertar sobre os riscos do transporte clandestino de passageiros feito pelos aplicativos não regulamentados. O Sambódromo, na região central da cidade, foi liberado para que os taxistas estacionassem os veículos durante a mobilização. A concentração dos taxistas aconteceu em frente à prefeitura para cobrar providências do prefeito Marcelo Crivella em relação às reivindicações da categoria.

Segundo Hildo Braga, diretor do Sindicato e vice-presidente da Seccional Rio de Janeiro da CSB, a categoria seguiu todas as diretrizes acertadas com a prefeitura na reunião de organização da manifestação.

“Foram cerca de 5 mil carros e nenhuma multa aplicada. Em todas as chegadas, as carreatas foram separadas de maneira organizada”, explica. As notícias que saíram na grande imprensa não refletem a realidade da mobilização, segundo Braga. O dirigente afirma que a Polícia Militar tentou impedir que os taxistas que já estavam na sede da prefeitura se deslocassem para receber os trabalhadores que chegavam nas carreatas.

“Quando um comboio que estava vindo de São João de Meriti foi anunciado pela organização do evento, fomos saudá-los. Nesse momento, surgiu alguém da Polícia Militar intervindo para que as pessoas não fossem ao encontro dos que chegavam. A PM, inflamada pelo volume de taxistas que estavam chegando, começou a jogar gás de pimenta em cima dos manifestantes”, afirmou o diretor do STAMRJ.

Ato histórico

O Sindicato tenta desde janeiro deste ano negociar com a prefeitura do Rio e com a Secretaria de Transportes as reivindicações da categoria. Hildo Braga ressalta que as manifestações do dia 27 foram a única alternativa após as recusas das instâncias municipais.

“Tem muitos taxistas que estão perdendo casa, que estão se matando por causa do que está acontecendo com a gente. Eu tenho 15 anos de praça. É muito pouco comparado aos senhores que eu vejo aí com 60, 70 anos trabalhando. É muito triste você encontrar um senhor de 60, 70 anos trabalhando 16 horas por dia para continuar sobrevivendo. Se esse prefeito não tomar uma solução e não acabar com esse sofrimento, ele vai acabar com mais famílias ainda”, disse o presidente da Seccional RJ.

Nesta quinta e sexta-feira, representantes do sindicato e lideranças da categoria se reuniram com a prefeitura. “Estamos negociando e vamos deliberar com a categoria”, avisou Braga.

Segundo o dirigente, a participação da CSB na organização do evento determinou o sucesso da empreitada. “Essa manifestação não teria acontecido se a gente não tivesse o apoio da CSB. A CSB foi fundamental para fazer esse negócio andar”, agradeceu em referência ao suporte direto recebido pela categoria do presidente Antonio Neto, de Francisco Moura, vice-presidente nacional e presidente da Seccional Ceará, e da Maria Barbara da Costa, secretária de Saúde e presidente da Seccional RJ.

“Para mim, ontem foi um dos dias mais importantes da minha vida como profissional taxista. Muitas pessoas que organizaram essa manifestação não têm nem o que comer em casa. Fizemos arrecadação de alimentos para os taxistas que não têm dinheiro para pagar nem a comida. Tem gente dormindo em carro. Esse governo não se importa, a prefeitura não se importa, as pessoas só estão pensando nos seus lucros e no seu bolso”, finalizou Hildo Braga.

Veja a galeria de fotos


Fonte: CSB

Compartilhe:
  • Print
  • email
  • PDF
  • RSS
  • Add to favorites
  • Facebook
  • del.icio.us
  • Digg
  • Google Bookmarks
  • LinkedIn
  • MSN Reporter
  • Live
  • Yahoo! Buzz

Post to Twitter

Publicado em Sindical | Deixar um comentário

CSB APOIA A CHAPA 1 NA ELEIÇÃO DO SINDICATO DOS SERVIDORES PÚBLICOS DE GOVERNADOR VALADARES (MG)

WhatsApp Image 2017-07-28 at 18.04.11

Chapa da atual direção dobrou o número de sindicalizados e conquistou benefícios importantes para a categoria

A Central do Sindicato Brasileiros (CSB) reitera seu apoio à Chapa 1, que faz parte da atual diretoria do Sindicato dos Servidores Públicos de Governador Valadares (SINSEM-GV), cidade a 230 km da capital mineira, e cujas eleições estão marcadas para os dias 16,17 e 18 de agosto.

Com um trabalho sólido e sério à frente do sindicato, a chapa, que está em seu primeiro mandato, conseguiu dobrar o número de sindicalizados, além de conquistar importantes melhorias para os trabalhadores. Um dos destaques destas conquistas é a implantação de uma farmácia popular, que em menos de quatro meses de vida, já ajudou mais de 2500 pessoas na aquisição de medicamentos.

Além disso, a Chapa também foi responsável pelo início de uma grande investigação (Operação Mar de Lama) que culminou no processo de cassação de alguns vereadores da cidade por corrupção.

Os servidores também foram contemplados com outros benefícios, como o cantinho do aposentado, que formou na última semana 21 alunos em um curso de informática, a reforma da sede da entidade e uma grande obra no clube de campo, que será inaugurado em breve.

“Nosso prédio era muito antigo e as acomodações eram péssimas, viabilizamos uma reforma onde demos melhor mobilidade e conforto aos usuários do sindicato. Aproveitamos um local que estava sem uso e após reforma fizemos o cantinho do servidor aposentado, onde eles fazem cursos de informática. Isso sem falar do clube, que tem piscina, churrasqueira e um campo de futebol society, que precisamos inaugurar”, disse Dulcineia Costa Marques, que é a candidata a presidente da chapa.

A atual diretoria foi responsável por grandes manifestações contra as reformas e por uma greve que durou 36 dias. Para não desamparar os servidores, a entidade formou um fundo de greve para os participantes.

“Em 30 anos de sindicato fomos a única gestão a criar um fundo de greve. Assim, ninguém teve perda. Nós achamos que o dinheiro da contribuição tem que ser gasto com os servidores”, completou Dulcineia, que na atual gestão é diretora da Saúde dos Trabalhadores e Assuntos Previdenciários.

A Chapa 1 tem planos de ampliação para seus projetos. Parcerias com a faculdade no atendimento médico dos servidores, criação de uma creche e de uma colônia de férias, além do um aprimoramento dos estatutos da saúde e da educação do município também fazem parte da proposta de melhorias. Contando com o apoio da CSB, Dulcineia acredita que apesar das dificuldades que a aprovação da reforma trabalhista trará, o trabalho sério deve fazer a diferença na hora de administrar.

“Essa reforma vai dificultar muito, mas não dá para ser sindicalista de ar-condicionado, tem que sair a campo, tem que buscar a sua base, ampliar o campo e fazer o trabalho. Temos tido um amparo extraordinário, estão nos dando o apoio total, irrestrito e absoluto, além de ideias bacanas. Estamos super contentes com toda ajuda que nós estamos recebendo dessa instituição”, finalizou a dirigente sobre o respaldo da Central.

Entidade que representa mais de 10 mil servidores públicos, o trabalho sério da atual administração foi o motivo para o apoio da Central.

“A postura da diretoria, aliada à importância da categoria e da cidade, que é a mais importante do leste de Minas Gerais, nos fez estar dentro desse projeto de corpo e alma para apoiar a Chapa 1 e para dar continuidade na administração. Nossa militância estará presente durante toda a campanha e durante as eleições”, declarou o secretário de Formação Sindical da CSB, Cosme Nogueira.

Fonte: CSB

Compartilhe:
  • Print
  • email
  • PDF
  • RSS
  • Add to favorites
  • Facebook
  • del.icio.us
  • Digg
  • Google Bookmarks
  • LinkedIn
  • MSN Reporter
  • Live
  • Yahoo! Buzz

Post to Twitter

Publicado em Sindical | Deixar um comentário

CSB REÚNE DESEMBARGADORES E PROCURADORES PARA ESTUDAR AÇÕES CONTRA A REFORMA TRABALHISTA

_MG_3928

O estudo feito pelos especialistas será aprofundado durante a reunião da Executiva Nacional que acontece em agosto

Desembargadores, juízes, advogados e procuradores estão reunidos em Brasília para análise da Lei 13.467, que dispõe sobre mudanças na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). O encontro, que começou nesta quinta-feira (27) e termina nesta sexta-feira (28), acontece na sede da Central, em Brasília. O estudo feito pelos especialistas será aprofundado durante a reunião da Executiva Nacional que acontece em agosto.

Na avaliação do presidente da CSB, Antonio Neto, o momento é de aprofundamento e debate.  “Estamos analisando a reforma, os impactos dela no direito do trabalho, na vida do trabalhador, nas ações trabalhistas e quais são as alternativas que o movimento sindical tem de atuação a curto, médio e longo prazos, ou seja, a nossa defesa do direito do trabalho”, explicou.

O dirigente afirmou que, a partir de agora, os esforços serão feitos em duas frentes. “O sindicato trabalha com ação individual, ação coletiva. A Central vai trabalhar com ações no Supremo Tribunal Federal (STF), na Organização Internacional do Trabalho (OIT), na Corte Interamericana de Direitos Humanos, ou seja, nos órgãos nacionais e internacionais em que possam ser feitos os questionamentos das problemáticas que essa Lei está ofertando”, pontuou.

O secretário-geral Alvaro Egea frisou que os presentes estão se aprofundando nas inconstitucionalidades da reforma. “Nós observamos que a tramitação da Lei feriu o regimento da Câmara dos Deputados, o regimento do Senado Federal, além de questões de inconstitucionalidade. Ela ofende, por exemplo, a questão tributária. Ficou muito claro que essa Lei vai enfrentar muitas dificuldades na Justiça, aliás como já disse o senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) um dia antes da aprovação da Lei no Senado e nós agora começamos a entender o porquê”, ressaltou.

O procurador regional do Ceará do Ministério Público do Trabalho (MPT) e professor da Universidade Federal do Ceará (UFC), Gérson Marques, endossa o posicionamento do secretário-geral. “A reforma apresenta muitos indícios de inconstitucionalidade em vários pontos, sobretudo, no seu processamento. A forma como se processou no Congresso Nacional. E tem outras inconstitucionalidades que nós chamamos materiais, quando a lei ofende o próprio dispositivo da Constituição diretamente”, informou.

O jurista afirmou que a Lei é muito profunda e altera diversos direitos individuais do trabalho, como jornadas, horas extras, trabalho intermitente, rescisão contratual, além de direito coletivo, atuação do sindicato, custeio sindical, a forma como são processadas as reclamações trabalhistas, a prova do processo, as despesas processuais, entre outros pontos.

Egea entende que essa é a hora certa para o fortalecimento. “É mais uma oportunidade de fortalecer os sindicatos. Os sindicatos bem orientados vão ter vitórias e vão conseguir aglutinar a categoria”, diagnosticou.

O primeiro balanço do encontro dos especialistas em Brasília é muito positivo. “As colocações estão sendo muito ricas. Imagine fazer uma simbiose da visão de cada um e de todos os presentes para tirar um objetivo comum. Eu saio daqui profundamente feliz e honrado pelo aprendizado”, afirmou Antonio Neto.

Fonte: CSB

Compartilhe:
  • Print
  • email
  • PDF
  • RSS
  • Add to favorites
  • Facebook
  • del.icio.us
  • Digg
  • Google Bookmarks
  • LinkedIn
  • MSN Reporter
  • Live
  • Yahoo! Buzz

Post to Twitter

Publicado em Sindical | Deixar um comentário

NA 14ª EDIÇÃO DA JORNADA NACIONAL DE DEBATES, DIEESE EXPÕE A PERDA DE DIREITOS SOCIAIS IMPOSTA PELA REFORMA TRABALHISTA

_DSC0919

O papel dos sindicatos na defesa dos trabalhadores também pautou o lançamento do encontro em São Paulo

Dirigentes de entidades sindicais lotaram, na manhã desta quinta-feira (27), o auditório do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), na capital paulista, para o lançamento da 14ª edição da Jornada Nacional de Debates, que tem como tema central a reforma trabalhista, sancionada pelo presidente da República, Michel Temer, no começo de julho.

O evento, que aconteceu simultaneamente em outros estados brasileiros, contou com a apresentação do diretor técnico do DIEESE, Clemente Ganz Lúcio, que explicou aos participantes o atual contexto que levou à aprovação das reformas, o que a reforma muda na vida dos trabalhadores e entidades sindicais, os objetivos dela e alguns pontos polêmicos, como as comissões que serão formadas nos campos de trabalho e os novos modelos de contrato, que devem flexibilizar as relações trabalhistas.

Para Clemente, a reforma faz parte do ciclo de perdas de direitos sociais e desmonte do papel social do Estado. Dentro deste ciclo estão a PEC do Teto, aprovada em dezembro de 2016, a Lei da Terceirização, aprovada em março de 2017, reforma trabalhista e a reforma da Previdência.

“Haverá redução de direitos porque eles vão ajustar o custo do trabalho. Esse projeto não veio para fazer brincadeira, eles vieram para reorganizar e para mudar a área da Justiça do Trabalho, a organização sindical e as condições de trabalho. O projeto cria um menu de possibilidades de flexibilização do contrato, jornada e condições de trabalho, além de facilitar na demissão. Temos o trabalho intermitente, trabalho temporário, terceirização, trabalho autônomo, o intervalo intrajornadas, parcelamento de férias, salários poderão ser reduzidos, gestantes em lugares insalubres, reduz gratificações, comum acordo, revogação do direito de assistência na homologação, entre outros itens”, explicou.

Papel dos sindicatos

Segundo o diretor técnico, esse também é o momento de os sindicatos repensarem suas estratégias para as campanhas salariais e toda estrutura sindical.

“Os sindicatos terão que repensar suas campanhas salariais, suas lutas e sua organização considerando que daqui para frente o ajuste é estrutural. Ou nós repensamos a nossa organização sindical ou nós vamos legalizar e legitimar todo esse tipo de bandalheira contra os trabalhadores. Pensar no processo de negociação daqui para frente significa entender que a convenção coletiva não é mais sozinha, o principal instrumento de regulamentação das relações de trabalho. Precisamos entender também que a organização no local de trabalho passa a ser muito mais importante. Tudo que a gente colocou nas convenções para proteger contra a flexibilização do contrato virá para ser desmontado, precisamos entender as formas de contratação e saber como nós vamos resistir a isso. As nossas estratégias de negociação vão ter que considerar outros elementos, o reajuste salarial não será o mais importante na negociação”, explicou.

Segundo o palestrante, a reforma limita a atuação dos sindicatos em três aspectos: na negociação, na comissão e no financiamento. “Sem dúvida a questão do financiamento é importante, mas o mais grave é que a reforma retira o poder de negociação do sindicato, que se não negociar do jeito que as empresas querem, elas vão negociar diretamente no chão da empresa com uma comissão ou com o indivíduo. O poder de negociação dos sindicatos será frontalmente atingido, alterado e enfraquecido. Quebra-se a coluna de representação na negociação”, completou o diretor.

O DIEESE também aconselhou as entidades sindicais a manterem jornadas, debates e encontros por categorias ou por setores, além de refletirem sobre organização sindical e como lutar contra os retrocessos.

Representante da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), Antonio Gervásio Rodrigues acredita que dentro da reforma há um conjunto de inconstitucionalidades.

“Em cada linha que eu leio neste projeto está claro o ódio do capital contra os trabalhadores. Precisamos tratar o capital como capital e patrão como patrão. É mentira dizer que somos iguais ao empregador, o trabalhador é hipossuficiente em suas ações frente a frente com o capital.  As ações deveriam ser um pouco mais agressivas. Vocês não devem votar nesses partidos que estão juntos com esse grupo de canalhas que estão em Brasília contra os trabalhadores. Vamos fazer a revolução em 2018 votando”, finalizou Rodrigues.

Fonte: CSB

Compartilhe:
  • Print
  • email
  • PDF
  • RSS
  • Add to favorites
  • Facebook
  • del.icio.us
  • Digg
  • Google Bookmarks
  • LinkedIn
  • MSN Reporter
  • Live
  • Yahoo! Buzz

Post to Twitter

Publicado em Sindical | Deixar um comentário